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Após payroll, próximo movimento do Fed deve ser alta nos juros em 2027, diz J.P. Morgan

Redação Por Redação
12/jan/2026
Em Internacional, Notícias
Imagem: Shutterstock

Imagem: Shutterstock

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O J.P. Morgan revisou seu cenário para a política monetária dos Estados Unidos e, em relatório divulgado na última sexta-feira (9), passou a projetar que o próximo movimento do Federal Reserve (Fed) será uma alta da taxa de juros apenas em 2027, e não mais um corte em 2026.

A mudança reflete dados econômicos recentes, como o payroll — também divulgado na sexta — que indicam um mercado de trabalho ainda resiliente e um processo de desinflação gradual.

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O banco retirou sua expectativa de redução dos juros já na reunião de janeiro deste ano e estima agora um aumento de 0,25 ponto percentual no terceiro trimestre de 2027. Segundo o J.P. Morgan, a combinação de desemprego baixo e crescimento dos salários reduz a urgência por estímulos monetários.

Mercado aposta em juros estáveis no curto prazo

As apostas do mercado caminham na mesma direção. De acordo com a ferramenta CME FedWatch, os investidores veem 95% de probabilidade de o Fed manter os juros inalterados em janeiro, acima dos 86% observados antes da divulgação dos últimos dados de emprego.

A taxa básica de juros é o principal instrumento do Fed para controlar a inflação. Juros mais altos encarecem o crédito e tendem a desacelerar a economia, enquanto cortes buscam estimular consumo e investimentos.

Para o J.P. Morgan, o cenário do mercado de trabalho pode até abrir espaço para cortes ao longo do ano, mas apenas se houver deterioração mais clara da atividade.

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“Se o mercado de trabalho enfraquecer novamente ou se a inflação cair de forma relevante, o Fed ainda pode afrouxar a política monetária”, afirmou o banco em nota.

Outros bancos adiam expectativas, mas esperam por corte do Fed

Outras grandes instituições também revisaram seus cenários. Goldman Sachs e Barclays, que antes esperavam cortes em março e junho, agora projetam reduções de 0,25 ponto percentual apenas no segundo semestre, em setembro e dezembro, após um possível corte em junho.

O Morgan Stanley também adiou suas estimativas e passou a prever cortes em junho e setembro, em vez de janeiro e abril. Já Wells Fargo e BofA Global Research mantiveram suas projeções de início do ciclo de cortes entre março e julho.

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Cenário político no radar

O pano de fundo político também adiciona ruído às expectativas. A escalada de tensão entre o presidente Donald Trump e o presidente do Fed, Jerome Powell, reacendeu debates sobre a independência do banco central. Powell afirmou ter sido alvo de ameaças relacionadas à condução da política de juros.

Para o J.P. Morgan, no entanto, esse fator não deve alterar o curso das decisões. “Esperamos que o Fed mantenha as taxas ao longo de 2026, com o próximo passo sendo uma alta em 2027”, escreveu Michael Feroli, economista-chefe do banco nos Estados Unidos.

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