O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (15) em alta de 0,26%, aos 165.568,32 pontos, renovando novamente o recorde de fechamento. Foi o segundo pregão consecutivo no qual o índice permaneceu acima dos 165 mil pontos.
A alta foi sustentada pelo desempenho do setor financeiro. As ações do Bradesco se destacaram, com alta de 1,58% nos papéis ordinários e de 2,05% nos preferenciais. Por outro lado, Santander caiu 2,47% e Banco do Brasil recuou 0,19%.
Segundo Lucas Sharau, economista da iHUB Investimentos, as máximas históricas da Bolsa refletem uma combinação de fatores, incluindo inflação mais controlada e expectativa de início do ciclo de cortes da taxa Selic.
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Na semana, o Ibovespa acumula alta de 1,35%. No mês, o avanço é de 2,76%.
Petrobras cai com petróleo; Vale recua
A renovação de recordes ocorreu apesar da queda das ações da Petrobras, que vinham sustentando parte dos ganhos recentes. Os papéis ordinários da estatal recuaram 1,02%, enquanto os preferenciais caíram 0,63%.
O movimento acompanhou a forte correção nos preços do petróleo no mercado internacional. Os contratos futuros do Brent e do WTI cederam mais de 4% em Londres e Nova York, após os Estados Unidos sinalizarem recuo na possibilidade de uma intervenção militar direta no Irã.
A Vale, ação de maior peso no índice, chegou a subir ao longo da tarde, mas encerrou o dia com leve queda de 0,09%.
Maiores altas e quedas do Ibovespa
Entre as maiores altas do dia destacaram-se Vamos (+7,61%), Magazine Luiza (+4,05%) e Multiplan (+2,83%). Já entre as quedas, ficaram Smart Fit (-8,17%), Vivara (-6,56%) e C&A (-5,15%).
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Dados dos EUA e do varejo brasileiro entram no radar
No cenário internacional, a divulgação dos pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA vieram abaixo do esperado. O dado reforçou a percepção de resiliência da economia americana e trouxe incertezas sobre o momento de início dos cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed).
No Brasil, dados do varejo divulgados pelo IBGE também deram suporte ao mercado pela manhã. As vendas cresceram 1% em novembro frente a outubro, acima da expectativa de alta de 0,30%.







