O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta segunda-feira (23) em queda de 0,88%, aos 188.853,49 pontos, após ter renovado seu recorde de fechamento na última sessão. Durante o dia, o índice atingiu uma nova máxima histórica intradiária (191.002,54 pontos).
A queda foi impactada pela elevação das tarifas globais dos Estados Unidos de 10% para 15%, anunciada pelo presidente Donald Trump no fim de semana, que ocorreu após a Suprema Corte do país derrubar o chamado “tarifaço”.
Trump afirmou que não precisaria do Congresso para impor as tarifas. Em publicação na rede Truth Social, indicou que poderia utilizar outros instrumentos legais.
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Em resposta, o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, afirmou que seu partido tentará bloquear eventual extensão das tarifas com base na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974.
Apesar da queda no dia, a Bolsa brasileira ainda sobe 4,13% em fevereiro. No ano, o avanço é de 17,21%.
Destaques do Ibovespa
O desempenho positivo de ações de peso não foi suficiente para sustentar o índice. A Vale avançou 0,67%, enquanto ações da Petrobras subiram 1,95% (ON) e 1,63% (PN), acompanhando a movimentação dos preços do petróleo e notícias sobre acordo envolvendo hub de minério na Índia.
O setor financeiro, no entanto, registrou perdas relevantes. Ações do Itaú caíram 3,62%, enquanto o Santander Brasil recuou 5,69% — na mínima do dia. O Bradesco também fechou em baixa, com queda de 1,92% (ON) e 2,44% (PN).
Entre as maiores altas do dia destacaram-se Raízen (+5%), MBRF (+3,88%) e Telefônica Brasil (+3,27%). Já entre as quedas, ficaram Santander (-5,69%), Hapvida (-5,05%) e Vibra (-4,87%).
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