O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, despencou nesta terça-feira (3), recuando 3,28%, aos 183.104,87 pontos. Foi a maior queda do índice desde o chamado “Flávio Day” (-4,31%) — sessão de 5 de dezembro.
A desvalorização aconteceu em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio. Relatos de que autoridades dos Estados Unidos estariam preparando medidas para conter o impacto da alta dos custos de energia fizeram o petróleo subir mais de 6% durante a sessão.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que, se necessário, a marinha do país poderá escoltar navios-tanque no Estreito de Ormuz — região responsável pela passagem de cerca de um quinto do petróleo mundial.
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No fechamento, os contratos do Brent e do WTI registraram ganhos próximos de 4,7% em Londres e Nova York.
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A Bolsa brasileira acumula queda de 3,01% na semana e no mês. Em 2026, o avanço diminuiu para 13,64%.
Queda foi generalizada no Ibovespa
Após ter subido mais de 4% na sessão anterior, a Petrobras encerrou o dia em baixa de 0,74% (ON) e 0,44% (PN). Já a Vale, ação de maior peso, recuou 4,17%.
No setor financeiro, o desempenho também foi negativo. Itaú (PN) caiu 3,35%. BTG Pactual (Unit) recuou 5,86%. As Units do Santander Brasil perderam 2,45% e passaram a acumular queda no ano.
Somente Raízen (+6,15%) e Braskem (+3,24%) terminaram o dia em alta. Já entre as maiores quedas, ficaram Pão de Açúcar (-17,78%), Yduqs (-6,99%) e Assaí (-6,49%).
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