O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou a primeira sessão do segundo trimestre em alta de 0,26%, aos 187.952,91 pontos. Durante a sessão, o índice chegou a se aproximar dos 189 mil pontos, mas perdeu força.
A leve alta foi sustentada pela expectativa de um possível cessar-fogo no Oriente Médio, que reduziu a aversão ao risco no mercado. Como resposta, os preços do petróleo caíram no mercado internacional.
O contrato do Brent para junho fechou em queda de 2,70%, a US$ 101,16 por barril, enquanto o WTI recuou 1,24%, a US$ 100,12.
Segundo análise do Goldman Sachs, o Brasil está entre os mercados emergentes mais bem posicionados para se beneficiar de uma eventual recuperação.
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Conflito no Oriente Médio continua no radar
Apesar do otimismo inicial, notícias sugeriram que o fim do conflito no Oriente Médio pode levar mais tempo do que o esperado. Relatos indicam que os Estados Unidos ainda mantêm presença militar ativa na região, mesmo com sinalizações de um possível encerramento da guerra nas próximas semanas.
A expectativa também se voltou para o pronunciamento de Donald Trump, que pode trazer novas indicações sobre o rumo do conflito.
Destaques do Ibovespa
As blue chips (ações de maior peso) operaram em alta. No setor bancário, o Banco do Brasil (ON +2,74%) foi destaque. A Vale subiu 0,63%. Os papéis da Petrobras (ON -3,67%, PN -2,67%) destoaram do índice, acompanhando a queda do petróleo.
Entre as maiores altas do dia ficaram Embraer (+4,74%), Cyrela (PN +4,74% e ON +4,39%) e Cury (+4,32%). Já entre as quedas, ficaram MBRF (-3,93%), Braskem (-3,72%) e Petrobras (ON -3,67%, PN -2,67%).
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