O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira (17) em queda de 0,55%, aos 195.733,51 pontos, registrando a terceira correção seguida após atingir máxima histórica de fechamento.
Apesar do ambiente externo mais favorável, o índice não acompanhou o movimento das bolsas internacionais. O principal fator foi a queda das ações da Petrobras, pressionadas pela correção nos preços do petróleo.
Na semana, a Bolsa acumulou queda de 0,81%, interrompendo uma sequência de três semanas consecutivas de ganhos. Ainda assim, o índice mantém valorização de 4,41% em abril e avanço de 21,48% no ano.
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Cenário externo mistura alívio e incerteza
No exterior, os mercados reagiram à sinalização de reabertura do Estreito de Ormuz. O anúncio foi feito pelo Irã em meio a um cessar-fogo de 10 dias entre Líbano e Israel, o que elevou as expectativas de redução das tensões no Oriente Médio.
No entanto, o cenário voltou a apresentar incerteza poucas horas depois, após sinais de que o Irã pode rever a decisão diante de declarações do governo dos Estados Unidos sobre a manutenção de um bloqueio naval.
Destaques do Ibovespa
Os papéis da Petrobras recuaram 5,31% (ON) e 4,86% (PN), acompanhando a queda do petróleo no mercado internacional. Por outro lado, a Vale subiu 2,64%, ajudando a limitar as perdas. O setor financeiro também avançou, com destaque para o Bradesco (PN), que subiu 1,97%.
Entre as maiores altas do dia ficaram Vamos (+6,27%), Direcional (+4,48%) e CSN Mineração (+3,35%). Já entre as quedas, ficaram Brava (-6,28%), Braskem (-5,55%) e PetroReconcavo (-4,12%).
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