O Federal Reserve (Fed) manteve a taxa básica de juros dos Estados Unidos no intervalo entre 3,5% e 3,75% ao ano pela terceira reunião consecutiva. O resultado do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) foi divulgado na tarde desta “superquarta” (29).
Esse foi o décimo primeiro encontro desde que o presidente Donald Trump retornou à presidência e marcou a última reunião de Jerome Powell no comando do banco central norte-americano. Ao todo, o Fed manteve a taxa oito vezes e realizou apenas três cortes.
A decisão não foi unânime. Enquanto 11 dirigentes optaram por deixar os juros dos EUA inalterados, Stephen Miran, indicado pelo presidente, votou a favor de um corte de 0,25 ponto percentual (p.p.). Três dirigentes, inclusive, foram a favor de nem sequer incluir no comunicado sinais de flexibilização. Informações da CNBC apontam que a decisão representa o maior nível de discordância desde 1992.
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Segundo o relatório, apesar da economia continuar crescendo em um ritmo sólido, a inflação continua alta, refletindo o recente aumento dos preços do petróleo — movimento causado pelo conflito entre o país e o Irã.
Expectativa de manutenção era unânime
Na abertura do mercado, às 11h45 (horário de Brasília), 100% dos analistas apostavam na manutenção da taxa de juros dos EUA, segundo o monitoramento FedWatch, do CME Group (imagem abaixo).

Para a próxima reunião, que acontecerá em 17 de junho, as apostas também são de manutenção (96,8%), enquanto os demais analistas enxergam a possibilidade de corte de um corte de 0,25 p.p., para 3,25% e 3,5%.
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