O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (30) em alta de 1,39%, aos 187.317,64 pontos, e interrompeu uma sequência de seis dias consecutivos de desvalorização. Com isso, o índice recuou 0,08% em abril.
A elevação foi influenciada pelo desempenho positivo dos mercados internacionais, que ajudou o Ibovespa. Nos Estados Unidos, as bolsas avançaram e tanto o Nasdaq como o S&P 500 renovaram seus recordes de fechamento, mesmo com as incertezas no Oriente Médio.
Analistas afirmam que o mercado continua sendo influenciado por tensões no Oriente Médio. O bloqueio do Estreito de Ormuz, rota por onde passa 20% do petróleo global, mantém o preço do Brent acima de US$ 100.
Amanhã (1), não haverá pregão na B3 devido ao feriado nacional do Dia do Trabalhador no Brasil.
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Investidores realizam lucros
O mês foi marcado por dois momentos distintos. Na primeira quinzena, a Bolsa atingiu recordes de fechamento (198,6 mil pontos) e intradia (199,3 mil pontos). Já na segunda metade, houve um movimento de realização de lucros — quando investidores vendem ativos para garantir ganhos.
Destaques do Ibovespa
Otimismo no mercado contaminou a Petrobras, que subiu 0,48 (ON) e 0,25% (PN), indo na contramão do petróleo. Investidores também aguardaram o relatório de produção da estatal, divulgado após o fechamento.
No setor financeiro, os papéis avançaram em bloco, com destaque para Banco do Brasil (ON +2,30%). A Vale, ação de maior peso no índice, subiu 2,19%.
Entre as maiores altas do dia ficaram Hapvida (+5,45%), CPFL (+4,38%) e Auren (+4,03%). Já entre as quedas, ficaram Suzano (-2,18%), Hypera (-0,88%) e Klabin (-0,74%). Além delas, Iguatemi (-0,11%) recuou, totalizando apenas 4 quedas.
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