O índice EasyBZ15, que acompanha 15 empresas com atuação relevante no Brasil e ações negociadas no exterior, fechou abril com alta de 2,90%. O desempenho ficou 1,65 ponto percentual abaixo do Ibovespa, que avançou 4,55% no mesmo período.
Apesar da diferença mensal, o indicador mantém trajetória positiva em 2026. No acumulado do ano, o EasyBZ15 sobe 14,63%, enquanto o principal índice da Bolsa brasileira registra alta de 28,23%.
A valorização do índice ocorre em um cenário de desvalorização da moeda norte-americana. Em abril, o dólar recuou 13,12% frente ao real.
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No acumulado de 2026, a queda é de 9,34%. Ainda assim, o EasyBZ15 mantém avanço de dois dígitos, o que indica desempenho positivo das empresas mesmo com o efeito cambial adverso.

Exposição internacional sustenta resultado
O EasyBZ15 reúne empresas brasileiras com listagem fora do país, o que amplia a exposição a receitas em moeda estrangeira e mercados globais. Esse perfil contribui para diversificação geográfica e reduz a dependência exclusiva do ciclo econômico doméstico.
Segundo Fabio Ywashima, especialista em produtos e índices da CSD BR, o desempenho das companhias no exterior indica capacidade de geração de valor em escala global, mesmo em um ambiente de câmbio desfavorável.
“A valorização das empresas brasileiras no exterior, mesmo em um ambiente de queda do dólar, reforça a força estrutural dessas companhias e sua capacidade de geração de valor em escala global”, destaca Ywashima.
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Estrutura e metodologia do índice EasyBZ15
O EasyBZ15 é classificado como um índice de retorno total, ou seja, que considera não apenas a valorização das ações e dos ADRs (American Depositary Receipts), mas também os dividendos, os demais proventos distribuídos e os efeitos cambiais.
Outro aspecto relevante do índice é o rebalanceamento trimestral da carteira, que permite acompanhar de forma mais fiel o comportamento dos setores que compõem o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.











