O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta segunda-feira (11) em queda de 1,19%, aos 181.908,87 pontos — menor nível desde 27 de março —, indo na contramão das bolsas dos Estados Unidos, que renovaram seus recordes.
Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 181.614,83 pontos e a máxima de 184.530,15 pontos. O volume financeiro negociado somou R$ 29,2 bilhões.
A desvalorização acompanhou a queda do setor bancário e novos desdobramentos das negociações envolvendo EUA e Irã. O presidente norte-americano Donald Trump afirmou que um cessar-fogo com o Irã está “por um fio” após rejeitar uma contraproposta apresentada por Teerã.
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Em resposta, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, declarou que as Forças Armadas estão preparadas para responder a qualquer ação militar. Mais tarde, Trump afirmou acreditar em uma solução diplomática.
As tensões geopolíticas impulsionaram os preços do petróleo. O contrato do WTI para junho subiu 2,78%, para US$ 98,07 por barril, enquanto o Brent para julho avançou 2,88%, a US$ 104,21.
Destaques do Ibovespa
Na B3, a alta das ações ligadas a commodities não foi suficiente para sustentar o índice. As ações da Petrobras fecharam em alta, com os papéis subindo 1,40% (ON) e 1,66% (PN). Já a Vale teve valorização de 2,41%.
Por outro lado, os grandes bancos registraram perdas. O Itaú (PN) caiu 2,25%, o BTG Pactual (Unit) recuou 2,88%, o Santander (Unit) perdeu 2,52%, enquanto as ações do Bradesco (ON) e (PN) caíram 2,29% e 2,69%.
Entre as maiores altas do dia ficaram Minerva (+4,88%), Vale (+2,41%) e Braskem (+2,34%). Já entre as quedas, ficaram C&A (-7,69%), Cogna (-6,38%) e Rede D’Or (-6,11%).
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