O dólar fechou esta terça-feira (19) em alta de 0,84%, a R$ 5,04. O movimento foi impulsionado pela alta dos rendimentos dos Treasuries (títulos do Tesouro americano) e pela percepção de que o Federal Reserve (Fed) poderá manter juros elevados por mais tempo.
Além do ambiente externo, investidores também repercutiram pesquisa AtlasIntel/Bloomberg que mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma simulação de segundo turno das eleições presidenciais.
O levantamento indicou Lula com 48,9% das intenções de voto, contra 41,8% de Flávio Bolsonaro. Analistas avaliam que o enfraquecimento da pré-candidatura do senador reacendeu discussões sobre uma possível terceira via.
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Tensões no Oriente Médio
Apesar da leve queda do petróleo, as cotações continuam em patamar elevado diante das incertezas envolvendo negociações entre Estados Unidos e Irã. No fechamento, o contrato do Brent recuava 0,73%, a US$ 111,28 o barril.
Ontem (18), o presidente Donald Trump recuou da intenção de realizar um ataque ao Irã. Nesta terça, porém, afirmou que uma nova ação militar poderá ocorrer caso não haja acordo com Teerã nas próximas semanas.
Mercado acompanha ata do Fed e balanço da Nvidia
De acordo com analistas, o mercado aguarda a divulgação da ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), prevista para quarta-feira (20).
Para Marcelo Boragini, especialista em renda variável da Davos Investimentos, o documento pode mostrar até que ponto a alta do petróleo pode impactar a inflação americana e atrasar um eventual ciclo de corte de juros nos EUA”.
Investidores de todo o mundo também acompanham a divulgação do balanço da Nvidia (NVDA).
Dólar sobe no exterior
O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, voltou a superar os 99 pontos. Confira o gráfico DXY (em tempo real):
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