O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, recuou 1,52% nesta terça-feira (19), aos 174.278,86 pontos, no menor nível de fechamento desde 21 de janeiro. Durante a sessão, o índice oscilou entre 176.973,24 e 173.543,76 pontos.
A queda foi causada pelo aumento da aversão ao risco no mercado internacional e por fatores políticos no Brasil. Para analistas, o conflito no Oriente Médio e a alta do petróleo continuam pressionando ativos de risco.
No mercado doméstico, investidores monitoram o cenário eleitoral. Uma onda de incerteza assombrou o mercado após o enfraquecimento da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. Hoje, o senador confirmou visita a Daniel Vorcaro, do Banco Master, no fim de 2025.
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg mostrou Flávio (41,8%) atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (48,9%) em uma simulação de segundo turno das eleições.
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O recuo no dia levou a Bolsa brasileira a uma queda de 1,70% na semana e de 6,96% no mês. Em 2026, o avanço foi reduzido para 8,16%.
Destaques do Ibovespa
A queda se espalhou e afetou ações de peso. A Vale perdeu 0,99%, enquanto a Petrobras teve queda de 0,23% (ON) e 0,75% (PN). No setor bancário, Itaú (PN) caiu 2,12%, enquanto BTG Pactual (Unit) recuou 2,05%.
Entre as maiores altas do dia ficaram Usiminas (+1,11%), Prio (+0,73%) e TIM (+0,63%) — junto com Smart Fit (+0,11%), foram as únicas quatro a subirem. Já entre as quedas, ficaram Cosan (-6,35%), B3 (-4,96%) e C&A (-4,70%).
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