O dólar fechou esta terça-feira (2) em queda de 0,26%, a R$ 5,01. Operadores apontam que a entrada de recursos estrangeiros na Bolsa brasileira contribuiu para fortalecer o real, em um cenário de melhora do apetite por risco nos mercados.
Outro fator de suporte foi a alta dos preços do petróleo. O contrato do petróleo Brent para agosto encerrou o dia com alta de 1,07%, negociado a US$ 96 por barril.
A valorização do petróleo ocorreu em meio às incertezas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã. O mercado acompanha as conversas que podem afetar o fornecimento global da commodity e o tráfego pelo Estreito de Ormuz.
Com o recuo na sessão, a moeda americana acumula queda de 0,66% no mês. Em 2026, o dólar apresenta recuo de 8,74% frente ao real.
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Ameaça tarifária dos EUA fica em segundo plano
A nova ameaça comercial dos EUA ao Brasil teve impacto limitado nos mercados nesta sessão. O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) recomendou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros a partir de 15 de julho.
Entre as justificativas apresentadas está a alegação de concorrência desleal relacionada às transações realizadas por meio do PIX.
Embora o tema tenha ficado em segundo plano no curto prazo, analistas observam que a medida poderá influenciar as relações comerciais entre os dois países e gerar efeitos econômicos mais adiante.
Mercado monitora dados de emprego dos EUA
No exterior, investidores acompanham indicadores do mercado de trabalho. O relatório Jolts mostrou que a abertura de vagas de emprego subiu para 7,618 milhões em abril, acima da expectativa de 6,8 milhões.
Nesta quarta-feira (3), será divulgado o relatório ADP, que mede a criação de empregos no setor privado. Já na sexta-feira (5), o mercado conhecerá os números do payroll de maio, considerado o principal indicador de emprego dos Estados Unidos.











