As bolsas do Japão e da Coreia do Sul renovaram recordes nesta quinta-feira (25), com altas de 4% e 5%, respectivamente, e impulsionaram os demais índices do continente com o rali das ações de tecnologia.
O principal catalisador foi o balanço da Micron Technology, fabricante de chips norte-americana, que superou as expectativas de lucro e receita e agradou o mercado. Os papéis da companhia operam em alta superior a 15% no pré-mercado de Nova York.
O desempenho da Micron ajudou a reduzir preocupações de investidores sobre o ritmo dos elevados gastos com infraestrutura para inteligência artificial (IA), favorecendo empresas do setor de semicondutores em diversos mercados asiáticos.
Outro fator de apoio ao setor veio da Qualcomm, que elevou sua projeção anual de resultados e anunciou uma parceria com a Meta.
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Destaques do recorde nas Bolsas do Japão e Coreia do Sul
A bolsa de Seul liderou o pregão na Ásia, com o índice Kospi avançando 5,42%, para 8.930,30 pontos.
As fabricantes de semicondutores Samsung Electronics e SK Hynix lideraram os ganhos, com altas de 5,3% e 13%, respectivamente.
No Japão, o índice Nikkei subiu 4,61%, para 72.366,34 pontos. As ações de empresas ligadas ao setor de tecnologia ficaram entre as maiores altas, incluindo Advantest, que avançou 15%, e Tokyo Electron, com valorização de 7,8%.
Além disso, a maioria dos principais índices do continente fecharam em alta moderada, com exceção de Hong Kong, que caiu 1,43%.
Na China, o Shanghai Composite avançou 0,23%, aos 4.120,28 pontos, enquanto o Shenzhen Composite ganhou 0,72%, encerrando aos 2.876,11 pontos.
Em Taiwan, o índice Taiex subiu 0,46%, para 46.255,26 pontos.
Queda do petróleo favorece apetite por risco na Ásia
Os mercados asiáticos também foram beneficiados pela continuidade da queda dos preços do petróleo, que recuaram pelo quarto pregão consecutivo.
A redução das cotações da commodity ocorre diante de sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã para um acordo definitivo que encerre o conflito no Oriente Médio, diminuindo preocupações sobre a oferta global de petróleo.











