Para trocar a fiação de uma casa, o eletricista calcula área, pontos, quadro e dificuldade de passagem dos cabos. Em 2026, o preço baixo demais pode esconder materiais ruins, falta de norma e risco de aquecimento, choque ou incêndio.
Quanto custa trocar a fiação de uma casa em 2026?
Em 2026, uma troca completa de fiação residencial costuma variar de R$ 40 a R$ 150 por m², considerando complexidade, cidade, estado dos conduítes e necessidade de quebrar paredes. Assim, uma casa de 100 m² pode ficar entre R$ 4.000 e R$ 15.000.
Quando o orçamento inclui quadro novo, disjuntores, cabos, tomadas, interruptores e acabamento, o valor sobe. Por outro lado, se os conduítes estão livres e o projeto é simples, a mão de obra pode pesar menos no total.

Por que o metro quadrado muda tanto o orçamento?
O metro quadrado funciona como ponto de partida porque casas maiores geralmente têm mais cômodos, circuitos, tomadas, iluminação e eletrodomésticos. No entanto, a metragem não explica tudo: uma cozinha pequena pode exigir circuitos caros para forno, cooktop e lava-louças.
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Além disso, imóveis antigos costumam ter conduítes entupidos, emendas escondidas e quadros sem espaço. Nesses casos, o eletricista precisa corrigir a infraestrutura antes de simplesmente puxar novos cabos.
A seguir, os fatores que mais mudam o preço:
- Quantidade de pontos: tomadas, interruptores e luminárias aumentam serviço.
- Estado dos conduítes: tubulação ruim exige quebra e recomposição.
- Quadro de distribuição: disjuntores e DR elevam segurança e custo.
- Cargas especiais: chuveiro, ar-condicionado e forno pedem circuitos próprios.
Qual é a diferença entre trocar fios e refazer a instalação?
Trocar fios pode significar apenas substituir cabos antigos dentro da tubulação existente. Já refazer a instalação elétrica envolve revisar circuitos, cargas, aterramento, quadro, dispositivos de proteção e distribuição dos pontos.
Essa diferença muda o preço porque um serviço simples resolve desgaste visível, mas não corrige um projeto errado. Portanto, casas com muitos adaptadores, quedas de disjuntor e tomadas aquecendo precisam de avaliação mais ampla.
Na tabela abaixo, veja uma referência prática:
| Serviço | Faixa comum em 2026 | Quando aparece |
|---|---|---|
| Troca parcial | R$ 800 a R$ 3.000 | Cômodos isolados ou circuitos específicos |
| Reforma completa | R$ 40 a R$ 150 por m² | Imóveis antigos ou sobrecarregados |
| Quadro novo | R$ 1.200 a R$ 4.000 | Mais circuitos, DR e disjuntores adequados |
Quando o barato vira risco na parte elétrica?
O barato vira risco quando o orçamento ignora dimensionamento dos cabos, aterramento, identificação dos circuitos e proteção adequada. Cabos finos demais podem aquecer, enquanto disjuntores errados podem não desligar no momento necessário.
A NR-10 reforça medidas de segurança em instalações e serviços com eletricidade. Em residências, a referência técnica também passa pela NBR 5410, que orienta instalações de baixa tensão.

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Como escolher um eletricista para esse serviço?
Peça vistoria antes do orçamento, lista de materiais, separação entre mão de obra e peças, prazo, garantia e explicação dos circuitos. Além disso, desconfie de propostas sem visita técnica em casas antigas.
O profissional deve indicar bitola dos cabos, padrão dos disjuntores, uso de DR, aterramento e adequação do quadro. Dessa forma, o cliente compara segurança, escopo e responsabilidade, não apenas o menor preço apresentado.











