O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira (3) em alta de 0,74%, aos 174.070,27 pontos. O principal fator que impulsionou a Bolsa foi a divulgação da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A produção industrial recuou 0,2% em maio na comparação com abril, contrariando a expectativa do mercado, que projetava alta de 0,2%. O resultado alimentou a expectativa de desaceleração da economia, cenário que pode abrir espaço para um novo corte da taxa Selic na reunião de agosto do Comitê de Política Monetária (Copom).
Além dos dados da indústria, declarações do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, sobre uma possível nova atuação do Tesouro Nacional também contribuíram para a queda dos juros futuros.
Apesar do volume financeiro reduzido, de R$ 12,6 bilhões, em razão do feriado da Independência dos Estados Unidos, investidores concentraram suas atenções nos indicadores da economia brasileira.
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Na semana, o índice acumulou ganho de 0,45%, registrando a segunda alta semanal consecutiva — que levou o índice ao maior nível desde 2 de junho. Em 2026, a valorização chega a 8,03%.
Destaques do Ibovespa
As ações da Petrobras avançaram 0,69% (ON) e 0,76% (PN), acompanhando a recuperação dos preços do petróleo no mercado internacional. O barril do Brent para setembro subiu 0,45%, para US$ 72,12. A Vale registrou alta de 0,77%.
No setor financeiro, os bancos também tiveram desempenho positivo. O destaque ficou com o BTG Pactual, que avançou 2,38%. A única exceção foi o Banco do Brasil, que recuou 0,10%.
Entre as maiores altas do dia ficaram CSN (+4,33%), Magazine Luiza (+4,22%) e Ultrapar (+3,50%). Já entre as quedas, ficaram Isa Energia (-4,29%), Azzas (-1,15%) e MBRF (-0,94%).
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