O dólar fechou esta quinta-feira (9) em queda de 0,50%, a R$ 5,12, acompanhando a redução dos temores relacionados ao conflito no Oriente Médio e a queda dos preços do petróleo, que contribuíram para o avanço do real frente à divisa.
Apesar da continuidade dos ataques no Oriente Médio e das preocupações com o fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz, investidores reagiram positivamente às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o Irã estaria buscando um acordo.
O movimento reduziu parte da percepção de risco nos mercados e levou à realização de lucros no petróleo. O contrato do Brent para setembro caiu 2,20%, encerrando o dia a US$ 76,30 por barril. Na sessão anterior, a commodity havia tocado o patamar de US$ 80.
Outro fator que contribuiu para o enfraquecimento do dólar foi a redução dos rendimentos dos Treasuries. Durante a tarde, o rendimento do Treasury de dois anos atingiu sua mínima do dia, favorecendo a valorização de moedas como o real.
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No mercado brasileiro, a sessão teve liquidez reduzida devido ao feriado de 9 de julho no Estado de São Paulo. Sem indicadores domésticos relevantes, o câmbio acompanhou principalmente os movimentos externos.
Com o resultado de hoje, o dólar passou a acumular queda de 0,89% na semana e desvalorização de 0,78% em julho.
Dólar em leve queda no exterior
O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, operou em leve queda ao longo do dia e permaneceu abaixo da marca de 101 pontos. Na mínima da sessão, atingiu 100,786 pontos.
Entre moedas emergentes e de países exportadores de commodities, os destaques foram o peso colombiano e o dólar neozelandês, que registraram ganhos superiores a 1% frente à moeda americana.











