A venda de álcool líquido com concentração de 70% enfrenta novas regulamentações que interessam ao grande público, especialmente dada sua relevância na desinfecção e higiene em meio à pandemia de Covid-19 e a crescente preocupação com doenças como a MonkeyPox.
1. ANVISA proíbe álcool 70: o que a Agência diz a respeito?
Segundo informações oficiais divulgadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a liberação temporária do álcool etílico líquido 70%, que havia sido permitida durante a pandemia da Covid-19, será finalizada em 31 de dezembro de 2023. Isso indica que, apesar da disponibilidade atual, os estoques podem se esgotar até o dia 29 de abril de 2024.
2. Nova resolução – RDC nº 46/2002: o que ela diz?
A regulamentação original, conhecida como Resolução – RDC nº 46/2002, proibiu a venda livre de álcool líquido com concentração de 70%. Esta medida visava principalmente evitar riscos associados ao seu uso inadequado. Contudo, face às emergências sanitárias recentes, a Anvisa adotou medidas temporárias para facilitar o acesso a desinfetantes eficazes contra vírus e bactérias.
3. Quais são as alternativas ao álcool líquido 70%?
Enquanto o álcool líquido a 70% começará a se tornar menos acessível, a Anvisa destaca que há no mercado diversas outras alternativas para a desinfecção e limpeza. Entre eles, produtos à base de álcool em formas como gel, lenços impregnados e aerossóis, além de alternativas que não contêm álcool mas que possuem eficácia comprovada contra germes, incluindo o SARS-CoV-2.
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4. Qual a importância desta regulamentação para a saúde pública?
Esta regulamentação busca equilibrar a disponibilidade de produtos essenciais para a higienização e desinfecção com a segurança do uso desses produtos. Dada a sua alta eficácia na eliminação de microrganismos prejudiciais, o álcool 70% tornou-se um recurso indispensável em residências e instituições durante crises de saúde pública. A restrição vem reforçar a necessidade de uso consciente e seguro, evitando acidente e incentivando o uso de alternativas igualmente eficazes.
5. Conclusão
Embora a proibição da venda livre do álcool líquido 70% represente uma mudança significativa, é essencial que os consumidores estejam cientes das regulamentações e das alternativas disponíveis para manterem suas práticas de higiene e prevenção de doenças. A segurança deve ser a prioridade, e adaptar-se às normativas é fundamental para o bem-estar coletivo.











