Monitor do Mercado
  • Início
  • Notícias
    • Últimas notícias
    • Câmbio
    • Commodities
    • Cripto
    • Economia
    • Empresas e ações
    • Fatos Relevantes
    • Finanças Pessoais
    • Imóveis
    • Inteligência Artificial
    • Internacional
    • Mercados
    • Negócios
    • Política
  • Ferramentas
    • Monitor Empresas
    • Real Time
    • Cursos
    • E-books gratuitos
    • Newsletter
    • Planilha de Controle Financeiro
    • Simulador de Financiamento
    • Simulador de Aposentadoria
  • INVESTIMENTOS
Sem resultado
Veja todos os resultados
Monitor do Mercado
Home Notícias Destaques

Dívida pública pode chegar a 95% do PIB com pagamento de precatórios, aponta Tesouro

Redação Por Redação
13/jan/2026
Em Destaques, Economia, Notícias
Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

WhatsappTelegramTwitterFacebookLinkedin

A dívida bruta do governo geral pode chegar a 95,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2035 caso não sejam adotadas novas medidas para reforçar a arrecadação e conter gastos fora do arcabouço fiscal, cenário agravado pela retirada de parte dos precatórios dos limites fiscais estabelecidos.

Segundo o Relatório de Projeções Fiscais, divulgado pelo Tesouro Nacional nesta segunda-feira (12), ao mesmo tempo em que a medida abriu espaço para gastos adicionais, elevou a trajetória da dívida pública.

Veja também

Clientes do Banco do Brasil estão caindo neste golpe que começa com um SMS

Maiores bancos do mundo declaram “total solidariedade” a Jerome Powell

  • Tem precatórios a receber? Saiba que possível sair da fila e transformar em dinheiro já. Clique aqui e simule a venda.

O relatório apresenta dois cenários. O primeiro considera apenas a legislação em vigor até o fim de novembro. O segundo, chamado de cenário de referência, inclui medidas aprovadas após esse período, como o corte linear de incentivos fiscais, além de um reforço adicional de receitas que ainda depende de decisões futuras.

A diferença entre os dois cenários, segundo o Tesouro, ilustra o tamanho do desafio que as próximas administrações enfrentarão para controlar o endividamento público nos próximos anos.

Exclusão de precatórios amplia gastos e endividamento

O relatório do Tesouro aponta ainda que a exclusão dos precatórios permite a ampliação de despesas discricionárias, como custeio da máquina pública e investimentos — despesas essas que não são obrigatórias por lei e podem ser ajustadas pelo governo a cada orçamento.

Ao mesmo tempo, o aumento desse espaço fiscal ocorre com elevação do endividamento. Mesmo que o governo consiga novas receitas para financiar esses gastos e cumprir as metas de resultado primário, a dívida segue em alta.

Nesse cenário, a dívida bruta se aproxima de 89% do PIB em 2032 e recua de forma limitada nos anos seguintes, atingindo 88% do PIB em 2035, segundo as projeções do Tesouro.

PEC dos Precatórios pesa sobre projeções do Tesouro

Em julho do ano passado, o governo projetava que a dívida bruta poderia se aproximar de 89% do PIB em 2035 caso não fossem adotadas medidas adicionais de arrecadação. Em um cenário alternativo, com ações para elevar receitas, o pico estimado era de 84,3% do PIB em 2028.

O novo relatório mostra uma deterioração significativa dessas projeções. Segundo o Tesouro, o principal fator para essa piora foi a aprovação da nova Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios.

A PEC foi promulgada em setembro de 2025 pelo Congresso Nacional, com a anuência do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Regras da PEC dos Precatórios

A emenda constitucional retirou os precatórios da União do limite de gastos do arcabouço fiscal. Além disso, estabeleceu uma transição de dez anos para que essas despesas voltem a ser integralmente contabilizadas na meta de resultado primário, em um ritmo mínimo de incorporação de 10% ao ano.

Antes da aprovação da PEC, apenas parte dos precatórios estava fora das regras fiscais. Caso a mudança não tivesse ocorrido, essas despesas teriam que ser totalmente reincluídas a partir de 2027, o que reduziria fortemente o espaço para outras despesas, especialmente as obrigatórias.

  • Precatório parado não paga conta. Veja como transformar seu crédito em capital hoje: Simular venda de precatórios gratuitamente.

Efeitos sobre o limite de despesas

Para 2025, a PEC permitiu a incorporação de um valor adicional de R$ 12,4 bilhões ao limite de gastos. Esse montante permanece na base de cálculo das despesas nos anos seguintes.

Com a exclusão dos precatórios, o governo precisa recalcular o limite de despesas, descontando o que hoje é contabilizado na regra fiscal. Esse procedimento, considerado habitual pelo Tesouro, resulta em uma redução inicial de R$ 49,2 bilhões no limite de gastos de 2026.

Por outro lado, o teto sobe em função da incorporação do limite corrigido para 2025. Após todos os ajustes, a diminuição líquida do teto de despesas em 2026 é estimada em R$ 7 bilhões.

Apesar da redução formal do limite, a despesa total aumenta, já que mais de R$ 100 bilhões em gastos com sentenças judiciais passam a ficar fora do teto.

Crescimento dos precatórios supera o limite

Segundo o relatório, “a despeito do ajuste no limite de despesas, estima-se que as despesas com precatórios e RPVs (requisições de pequeno valor, sentenças de até 60 salários mínimos) crescerão, em média, 4,4% ao ano em termos reais, frente a uma taxa média de crescimento de 2,4% ao ano para o limite de despesas no mesmo período”.

O Tesouro destaca ainda que a exclusão dos precatórios gera “abertura de espaço fiscal” para despesas discricionárias, que anteriormente seriam comprimidas por esses pagamentos.

A projeção indica alguma redução dessas despesas, sem comprometer o funcionamento da administração pública.

Impacto na meta fiscal

Outro fator que acelera a expansão da dívida é a regra de incorporação gradual dos precatórios à meta fiscal. Durante a tramitação da PEC, integrantes da equipe econômica indicaram que a parcela dos precatórios já incluída na meta não seria excluída, e que a transição ocorreria apenas sobre os valores que estavam fora.

No entanto, nas simulações apresentadas no relatório, o Tesouro considerou uma exclusão maior de gastos da meta fiscal. A medida facilita o cumprimento das metas, mas pressiona a trajetória da dívida.

Segundo o documento, R$ 96,1 bilhões em precatórios ficarão fora da meta fiscal em 2027, acima dos R$ 57,8 bilhões excluídos em 2025.

Em 2028, o valor da excepcionalização sobe para R$ 98,7 bilhões, indicando que o crescimento dessas despesas tende a anular o esforço de incorporação adicional à meta. Nos anos seguintes, a exceção começa a recuar de forma gradual.

Cenário alternativo reduz pressão sobre a dívida

O Tesouro também simulou um cenário em que o governo decide incorporar os precatórios à meta fiscal de forma mais acelerada. Nesse exercício, 33% a mais dessas despesas seriam contabilizadas na regra a partir de 2027.

Nesse caso, a dívida bruta não ultrapassaria 87% do PIB ao longo do período analisado. Em 2035, o indicador encerraria em 85,2% do PIB.

O resultado mostra que o ritmo de incorporação dos precatórios à meta fiscal é um dos principais fatores para a trajetória futura da dívida pública.

  • Quem tem informação, lucra mais! Receba as melhores oportunidades de investimento direto no seu WhatsApp.

Dívida bruta do governo geral

A dívida bruta do governo geral inclui os passivos da União, dos estados e municípios e das estatais não financeiras, com exceção da Petrobras. De acordo com estimativa do Tesouro, a dívida encerrou 2025 em 79,3% do PIB.

Em estudos anteriores, o próprio órgão já considerou que níveis acima de 80% do PIB poderiam ser insustentáveis para um país com as características do Brasil, que apresenta juros reais mais elevados que outros países.

EnviarCompartilharTweet47Compartilhar76Compartilhar13

Mais Notícias

Clientes do Banco do Brasil estão caindo neste golpe que começa com um SMS
Economia

Clientes do Banco do Brasil estão caindo neste golpe que começa com um SMS

13 de janeiro de 2026
Imagem: Divulgação
Destaques

Maiores bancos do mundo declaram “total solidariedade” a Jerome Powell

13 de janeiro de 2026
Imagem: Yasuyoshi Chiba
Destaques

Varejo físico fecha dezembro em queda de 2%, apesar do Natal

13 de janeiro de 2026
A cidade mais charmosa do Nordeste pode ser o seu próximo destino
Economia

Bonecos gigantes e ladeiras coloridas: a cidade patrimônio que tem um dos carnavais mais democráticos do país

13 de janeiro de 2026

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Clientes do Banco do Brasil estão caindo neste golpe que começa com um SMS
Economia

Clientes do Banco do Brasil estão caindo neste golpe que começa com um SMS

Por Ryan Cardoso
13 de janeiro de 2026

Um SMS urgente informando uma compra suspeita pode ser o início do golpe do 0800 falso, uma fraude que tem feito...

Leia maisDetails
Imagem: Divulgação

Maiores bancos do mundo declaram “total solidariedade” a Jerome Powell

13 de janeiro de 2026
Imagem: Yasuyoshi Chiba

Varejo físico fecha dezembro em queda de 2%, apesar do Natal

13 de janeiro de 2026
A cidade mais charmosa do Nordeste pode ser o seu próximo destino

Bonecos gigantes e ladeiras coloridas: a cidade patrimônio que tem um dos carnavais mais democráticos do país

13 de janeiro de 2026
Imagem: Divulgação

Dívida pública pode chegar a 95% do PIB com pagamento de precatórios, aponta Tesouro

13 de janeiro de 2026
Monitor do Mercado

Notícias, análises e dados para você tomar as melhores decisões.

Navegue no site

  • Últimas notícias
  • Quem somos
  • E-books gratuitos
  • Cursos
  • Política de privacidade

Siga nossas redes

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Últimas notícias
    • Câmbio
    • Commodities
    • Cripto
    • Economia
    • Empresas e ações
    • Fatos Relevantes
    • Finanças Pessoais
    • Imóveis
    • Inteligência Artificial
    • Internacional
    • Mercados
    • Negócios
    • Política
  • Ferramentas
    • Monitor Empresas
    • Real Time
    • Cursos
    • E-books gratuitos
    • Newsletter
    • Planilha de Controle Financeiro
    • Simulador de Financiamento
    • Simulador de Aposentadoria
  • INVESTIMENTOS