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Home Empresas e Ações

BTG inclui Caixa Seguridade e Vibra na carteira de dividendos de novembro

Entre as mudanças do mês, o banco fez um ajuste em relação à Vale e voltou a recomendar as ações da Vibra, removida em setembro

Por Gabriela Santos
01/nov/2024
Em Empresas e ações, Notícias
Imagem: Divulgação

Imagem: Divulgação

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O BTG Pactual divulgou nesta sexta-feira (1) a atualização estratégica da sua Carteira Recomendada de Dividendos para novembro. Entre as mudanças, o banco realizou um ajuste em relação à Vale (+5%).

Além dessa alteração, o BTG optou por remover da carteira as recomendações para Porto Seguro (PSSA3) e Telefônica (VIVT3), dando lugar à Caixa Seguridade (CXSE3) e Vibra (VBBR3), que retorna após ser removida das recomendações de setembro.

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ACESSO LIBERADO: carteiras recomendadas BTG Pactual

As ações escolhidas para compor a carteira de dividendos do BTG em novembro são:

  • Petrobras (PETR4)
  • Itaú Unibanco (ITUB4)
  • Vale (VALE3)
  • Eletrobras (ELET3)
  • JBS (JBSS3)
  • BB Seguridade (BBSE3)
  • Caixa Seguridade (CXSE3)
  • Equatorial (EQTL3)
  • Gerdau (GGBR4)
  • CPFL (CPFE3)
  • Copel (CPEL3)
  • Vibra (VBBR3)
  • Direcional (DIRR3)

Desempenho da carteira de dividendos

No mês de outubro, a carteira eecomendada de dividendos do BTG apresentou uma performance de -0,9%, ante -1,7% do índice de dividendos (IDIV) e -1,6% do do índice Ibovespa (IBOV).

O banco constatou que desde o dia 8 de novembro de 2019, a sua carteira acumula 64,7% em rentabilidade de 64,7%, antes os 51,9% do IDIV e 20,5% do IBOV.

Destaques da Vale

O relatório do BTG Pactual destacou a decisão de realizar ajustes nas ações da Vale (+5%). Em relação à Vale (VALE3), o banco tem mantido uma relação de cautela há alguns meses, devido à deterioração do ambiente macro e a alguns fatores de risco, como o caso envolvendo a Samarco, sucessão do CEO e questões do Conselho.

No entanto, as recentes medidas de estímulo anunciadas pelos formuladores de políticas chineses superaram as expectativas do BTG em relação à atuação da Vale, desencadeando o chamado um short squeeze (movimento repentino e brusco de valorização de uma ação) no mercado.

Apesar de haver dúvidas em relação a essas medidas no longo prazo, somadas às especulações que contribuem para a alta do preço do minério de ferro, o BTG deve apostar agora no ajuste de portfólio, ou seja, na cobertura das ações vendidas.

O BTG Pactual também considera que o desfecho da Samarco na negociação do incidente de Mariana surpreendeu o mercado somado à melhora operacional continua das ações da mineradora e à atualizando do guidance de produção de minério de ferro tem contribuído para que as ações da vale tenham ficado acima das expectativas.

Sobretudo, o banco considera que o valuation é “apenas” razoável, com a Vale sendo negociada a 4x o EBITDA para 2025 e Dividend yields na faixa de 6-7% para o próximo ano.

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Perspectivas do BTG para Caixa Seguridade e Vibra

Para a Caixa Seguridade (CXSE3) o BTG Pactual estima que os resultados do terceiro trimestre sejam sólidos, venham um pouco acima do consenso e, potencialmente, um risco de revisões positivas nas projeções do banco para 2024 e 2025.

Além disso, o banco considera as condições desafiadoras nas quais o mercado de ações no Brasil se encontra atualmente, diante do temor dos investidores sobre um possível aumento de capital maior (elevando o free float para 25% em vez da meta declarada de 20%) que pudesse pressionar as ações.

Considerando esses fatores, a instituição acredita que uma oferta pequena de 2,75% deve significar uma “pressão” menor (se houver).

Em relação ao desempenho da Caixa Seguridade, o BTG também considera que a alta de 11% no acumulado do ano faz com que as ações da empresa sejam consideradas ações de melhor desempenho no universo de cobertura do setor financeiro este ano. No entanto, apesar da melhora do viés em relação à CXSE3, o BTG optou por manter a recomendação Neutra.

Quanto às ações da Vibra (VBBR3), o BTG considera que a empresa está oferecendo um forte momento de resultados, considerando a negociação dos papéis a múltiplos abaixo de sua média histórica.

Além desses pontos, enxerga-se uma alta conversão de caixa dos lucros da Vibra e acredita-se que a empresa deva gerar um fluxo robusto de caixa de R$ 2,3 bilhões em 2025, com yield de geração de caixa relevante.

O BTG considera que a Vibra esteja entrando em uma fase mais madura de seus novos negócios e por isso seja provável que uma parcela significativa desse caixa seja convertida em dividendos, JCP e/ou recompras, oferecendo um “carrego” mais atraente em comparação com seu par mais óbvio.

Com a ação da Vibra negociada a 8,7x P/L para 2025 e, embora se possa argumentar que um P/L próximo de 14x para 2024 possa parecer alto, o banco considera que se a VBBR reduzir a diferença de múltiplo com seu par mais próximo (atualmente negociado a ~12 x P/L para 2025), seu retorno potencial mais do que suportará a recomendação de compra do BTG.


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