São Paulo continua sendo, de longe, o maior mercado de leilões do Brasil em termos de volume absoluto, seguida por outras capitais que combinam alta densidade populacional e atividade econômica intensa. A concentração de bancos e a eficiência dos tribunais locais definem onde estão os maiores estoques de imóveis retomados.
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Onde estão as maiores concentrações de leilões?
A capital paulista, São Paulo, lidera o ranking nacional de ofertas de forma isolada devido à sua gigantesca estrutura imobiliária. A cidade concentra as sedes de bancos privados e gera um fluxo diário e contínuo de leilões judiciais e extrajudiciais. Se você busca variedade e frequência, SP é o único lugar onde ocorrem centenas de praças todos os dias úteis do ano.
Logo atrás, o Rio de Janeiro aparece com um volume expressivo, especialmente de imóveis antigos em zonas consolidadas como Copacabana e Tijuca. A peculiaridade do Rio é a alta incidência de leilões trabalhistas, muitas vezes com imóveis desvalorizados que oferecem margens de lucro agressivas. Quem conhece a geografia da cidade consegue lucrar muito nessas oportunidades específicas de bairros tradicionais.

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Quais capitais se destacam fora do eixo Rio-SP?
Curitiba consolidou-se como um polo de segurança jurídica e organização para arrematantes em toda a região sul. O Tribunal de Justiça do Paraná possui um sistema digital muito eficiente, atraindo investidores que buscam processos rápidos e transparentes. Os leilões no Paraná costumam ter taxas de anulação muito inferiores à média nacional observada em outros estados.
No Nordeste, as cidades de Salvador e Fortaleza despontam como líderes regionais em leilões extrajudiciais da Caixa Econômica Federal. Nessas praças, é comum encontrar lotes de venda direta que não receberam lances na primeira tentativa de venda pública. Isso permite a compra financiada de apartamentos populares com descontos que chegam a 40% do valor de avaliação.
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O poder do interior no mercado de leilões
Não se deve ignorar as grandes cidades do interior, que muitas vezes superam capitais menores em número de oportunidades ativas. Cidades como Campinas, Ribeirão Preto e Londrina possuem mercados imobiliários robustos e varas cíveis bastante movimentadas. Nesses locais, a concorrência é significativamente menor do que nas metrópoles, facilitando a arrematação por valores próximos ao lance mínimo.
A seguir, veja os dados da tabela para comparativo do perfil de volume em cada região:
| Cidade / Região | Volume Estimado | Tipo Predominante | Concorrência |
| São Paulo (SP) | Altíssimo | Misto (Judicial/Banco) | Muito Alta |
| Rio de Janeiro (RJ) | Alto | Judicial (Cível/Trabalhista) | Alta |
| Curitiba (PR) | Médio/Alto | Judicial Organizado | Média |
| Salvador (BA) | Médio | Extrajudicial (Caixa) | Média/Baixa |
| Interior de SP | Alto | Judicial e Comercial | Baixa |

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O que impulsiona o volume em 2025?
O aumento da inadimplência nos financiamentos imobiliários recentes está despejando um estoque recorde de imóveis nos leilões extrajudiciais agora. Bancos como Santander, Bradesco e Itaú estão acelerando as retomadas para limpar seus balanços contábeis rapidamente. Isso cria um mar de oportunidades em cidades de médio porte que antes tinham poucas ofertas disponíveis no mercado.
Além disso, a digitalização total dos tribunais permitiu que processos de cobrança de condomínio chegassem à fase de leilão muito mais rápido. Isso aumentou a rotatividade de apartamentos em capitais verticais como Goiânia e Belo Horizonte recentemente. O mapeamento dos nichos regionais com maior liquidez pode ser visualizado na lista a seguir:
- Apartamentos compactos no centro de São Paulo.
- Imóveis retomados da Caixa no litoral do Nordeste.
- Salas comerciais antigas no centro do Rio de Janeiro.
- Casas de condomínio na região de Campinas e Sorocaba.
Para quem deseja monitorar essas oportunidades em tempo real, a melhor estratégia é cadastrar-se nos sites dos grandes leiloeiros oficiais de São Paulo e do Paraná. Esses portais concentram cerca de 60% de todo o volume nacional relevante e enviam alertas diários de novas praças. Começar a análise por esses grandes centros permite entender a dinâmica de preços antes de se aventurar em leilões regionais menores.






