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Inflação dos EUA (PCE) tem maior aumento em quatro meses com repasse das tarifas

Gabriela Santos Por Gabriela Santos
31/jul/2025
Em Mercados, Notícias
Imagem: Piqsels

Imagem: Piqsels

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O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, principal métrica de inflação monitorada pelo Federal Reserve (Fed), subiu 0,3% em junho, após uma revisão para cima do dado de maio, de 0,1% para 0,2%, conforme divulgado pelo Departamento de Comércio nesta quinta-feira (31).

O movimento inflacionário foi impulsionado pelo início do repasse dos efeitos das tarifas de importação para os preços ao consumidor.

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No acumulado de 12 meses até junho, o PCE avançou 2,6%, acima dos 2,4% registrados em maio, fortalecendo as expectativas de que o Federal Reserve (Fed) seguirá cauteloso com relação a cortes nos juros.

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Segundo o estrategista-chefe da Avenue, William Castro Alves, o PCE de junho é mais um dado que corrobora a resiliência da economia americana, a qual segue se mostrando aquecida, reforçando um cenário inflacionário que ainda requer controle e cuidado pelo Banco Central americano.

Para Alves “Com número ainda acima da meta anual de 2%, assim como o risco de impactos inflacionários derivados das mudanças de política comercial e implementação de tarifas, o Banco Central americano deverá seguir adotando uma postura de cautela, aguardando mais visibilidade e uma evolução dos dados, tal qual comentou ontem durante a entrevista pós-decisão de juros”.

A Capital Economics destaca também que, na ausência de uma recuperação nas horas médias trabalhadas ou de um crescimento mais forte dos ganhos no payroll de julho (previsto para esta sexta-feira), os riscos para o gasto do consumidor tenderão ainda mais para o lado negativo.

Núcleo da inflação também avança

Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o núcleo do PCE, indicador de inflação preferido do Fed, também avançou 0,3% no mês, repetindo o ritmo de maio.

Na comparação anual, o núcleo subiu 2,8%, acima das projeções do mercado, que apontavam para uma alta de 2,7%.

Tarifas impactam inflação dos EUA

De acordo com analistas, a aceleração da inflação foi causada pelo início dos repasses dos efeitos das tarifas de importação impostas pelo presidente Donald Trump. Até junho, as empresas estavam vendendo estoques acumulados antes da entrada em vigor das novas tarifas.

A expectativa, agora, é de que os preços dos produtos aumentem ao longo do segundo semestre, à medida que os custos adicionais sejam repassados aos consumidores. A Procter & Gamble anunciou nesta semana que vai aumentar os preços de alguns produtos nos EUA para compensar o impacto tarifário.

Esses dados foram incluídos no relatório do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, divulgado na quarta-feira (30), que indicou arrefecimento da inflação, mas ainda acima da meta de 2% do Fed.

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Fed resiste à pressão por corte de juros

O Fed manteve sua taxa básica de juros na faixa entre 4,25% e 4,50% na decisão de política monetária desta quarta-feira (30), resistindo à pressão do presidente Donald Trump por cortes nos custos de empréstimo.

A Capital Economics avalia que a alta acima do esperado no índice PCE e a revisão para cima dos dados anteriores “farão pouco para aliviar as preocupações do Federal Reserve sobre a inflação impulsionada por tarifas”. Para a empresa, se essas pressões persistirem, um corte nas taxas em setembro seria improvável.

Embora as pressões inflacionárias ainda sejam fortes, o restante do relatório ainda dará alguma munição aos membros mais cautelosos do Fomc.

Consumo sobe menos que o previsto

Os gastos pessoais dos consumidores, que representam mais de dois terços da atividade econômica dos EUA, aumentaram 0,3% em junho, após ficarem inalterados em maio. O número veio abaixo da expectativa do mercado, que esperava uma alta de 0,4%.

O relatório do PIB também indicou que os gastos dos consumidores cresceram a uma taxa anualizada de 1,4% no segundo trimestre, após quase estagnação nos primeiros três meses do ano.

O crescimento geral do PIB no segundo trimestre foi de 3%, impulsionado por uma redução significativa no déficit comercial.

Isso se deu devido à queda nas importações, em contraste com o aumento recorde observado entre janeiro e março. No primeiro trimestre, a economia havia se contraído a uma taxa de 0,5%.

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Impactos dos dados de inflação no mercado

Alves destaca que como um dos principais impactos dos números no mercado, os yields dos títulos do Tesouro (Treasuries) operaram sem tendência definida, apesar dos dados mais fortes que o esperado.

Os números também exercem influência sobre outros índices:

  • O índice dólar (DXY) teve leve valorização, e a moeda americana atingiu R$ 5,60 frente ao real
  • Os índices acionários operaram em território positivo, impulsionados pelos balanços das grandes empresas de tecnologia
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