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Morning Call: Mercado oscila com incertezas sobre cessar-fogo entre EUA e Irã

Por Redação
26/mar/2026
Em Mercados, Notícias
Imagem: Getty Images

Imagem: Getty Images

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), encerrou o pregão desta quarta-feira (25) em forte alta de 1,6%, aos 185.424,28 pontos, marcando a terceira sessão consecutiva de valorização. O movimento refletiu uma melhora no apetite por risco global, impulsionada por expectativas de um possível cessar-fogo entre Estados Unidos (EUA) e Irã, embora declarações recentes de autoridades ainda mantenham o cenário cercado de incertezas.

Entre as ações de maior peso no índice, a Petrobras registrou ganhos de 0,56% (ON) e de 0,49% (PN), mesmo com a queda do petróleo no mercado internacional. Já a Vale teve desempenho mais robusto, com valorização de 1,86%.

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O setor financeiro também deu sustentação ao índice. As ações do Bradesco (ON) avançaram 2,39%, enquanto os papéis do Santander Brasil (Unit) subiram 0,50%.

No ranking das maiores altas do dia, destaque para MRV, que disparou 7,49%, seguida por Brava Energia, com ganho de 6,05%. Na ponta negativa, os papéis da Azzas recuaram 2,01%, figurando entre as principais quedas do pregão.

No câmbio, o dólar encerrou o dia em queda de 0,67% frente ao real, cotado a R$ 5,22, influenciado pela expectativa de cessar-fogo no Oriente Médio e consequente melhora do apetite global a risco.

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No cenário internacional, diante da incerteza sobre o fim da guerra, os Estados Unidos intensificam os esforços para organizar uma reunião com representantes iranianos ainda neste fim de semana, possivelmente no Paquistão. Embora a Casa Branca reconheça que não há negociações de paz oficialmente estabelecidas, autoridades afirmam que as conversas recentes foram “produtivas”.

Mesmo após Teerã rejeitar publicamente a proposta americana para encerrar o conflito, Washington sustenta que o diálogo segue em andamento. Nos mercados, investidores preferiram apostar nesse cenário, o que ajudou a impulsionar o humor em Wall Street — ainda que analistas alertem que o otimismo pode se dissipar rapidamente diante de novos desdobramentos militares.

Parte desse alívio também reflete a percepção de que Trump tem se empenhado em buscar um acordo, diante dos impactos que a guerra já provoca na economia dos Estados Unidos e na imagem política do presidente. Analistas da Swissquote avaliam que os movimentos unilaterais de Washington oferecem algum suporte ao mercado ao sinalizar a possibilidade de uma saída negociada.

O tom, porém, segue duro. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que, caso o Irã não reconheça a gravidade do momento, Trump estaria preparado para intensificar a ofensiva. “O presidente não blefa e está pronto para desencadear o inferno”, declarou.

Do outro lado, o Irã também elevou o tom. O governo iraniano ameaçou uma “resposta implacável” caso haja qualquer tentativa de ocupação de uma de suas ilhas estratégicas, sugerindo que Estados Unidos e Israel poderiam cogitar uma incursão contra a ilha de Kharg, responsável por concentrar grande parte das exportações de petróleo do país.

O prazo de cinco dias estabelecido por Trump para um avanço nas negociações termina nesta sexta-feira (27), em meio a dúvidas sobre as chances de um acordo. Enquanto isso, o conflito se aproxima de completar um mês.

No Brasil, os desdobramentos da guerra seguem no radar da política monetária. O Comitê de Política Monetária (Copom) acompanha de perto o impacto da alta do petróleo e da volatilidade global antes de definir os próximos passos da taxa básica de juros em abril.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, deve reforçar nesta quinta-feira, durante coletiva sobre o Relatório de Política Monetária (RPM), o tom cauteloso já indicado na ata mais recente do Copom: o ritmo de ajuste da Selic dependerá diretamente da evolução da crise geopolítica e de seus efeitos sobre a inflação.

Caso o cenário internacional se estabilize e o conflito caminhe para uma solução, volta ao radar do mercado a possibilidade de um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica. Por outro lado, uma escalada prolongada da guerra, especialmente se mantiver o petróleo pressionado, pode levar o Banco Central até mesmo a considerar uma pausa no ciclo de flexibilização.

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Manchetes desta manhã

  • Conflito no Oriente Médio ‘complica’ condução da política monetária e pode exigir reação prévia, diz BC (Valor)
  • Ministério Público faz nova operação para investigar esquema de corrupção de fiscais da Fazenda (Folha)
  • STF avalia que impeachment e CPI do Master ficam suspensos agora, mas avançam em 2027 (Estadão)
  • Operação Fisco Paralelo mira servidores da Secretaria da Fazenda de SP por suspeita de corrupção em processos de ICMS (O Globo)
  • Brasileiro tem a maior despesa com energia entre grandes economias (Valor)

Mercado global acompanha esforços dos EUA para pôr fim à guerra

As Bolsas da Europa recuam após a percepção de que um fim próximo para o conflito no Oriente Médio perdeu força diante de versões divergentes sobre um possível acordo, enquanto crescem as preocupações de que os desdobramentos da guerra elevem os riscos de inflação.

Na Ásia, os mercados também oscilaram diante de sinais contraditórios sobre uma possível redução das tensões na guerra entre EUA, Israel e Irã, enquanto a recuperação do petróleo pressiona os mercados.

No noticiário local, na Coreia do Sul o índice Kospi liderou as perdas do dia, com ações de semicondutores afetadas por uma nova tecnologia anunciada pela Google, que revelou o “TurboQuant”, um novo algoritmo de compressão que poderia reduzir significativamente os requisitos de memória de grandes modelos de linguagem.

Em Nova York, os índices futuros abriram em queda nesta, com as tensões no Oriente Médio sobre as negociações de cessar-fogo entre EUA e Irã impactando o apetite por risco.

Confira os principais índices do mercado:

  • S&P 500 Futuro: -0,73%
  • FTSE 100: -1,06%
  • CAC 40: -0,71%
  • Nikkei 225: -0,27%
  • Hang Seng: -1,89%
  • Shanghai SE Comp: -1,09%
  • Ouro (abr): -2,87%, a US$ 4.421,8 por onça troy
  • Índice do dólar (DXY): +0,09%, aos 99,693 pontos
  • Bitcoin: -2,05% a US$ 69.431,00
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Commodities

  • Petróleo: voltou a subir, com o Brent novamente acima de US$ 100 por barril, diante de versões divergentes sobre negociações de cessar-fogo entre EUA e Irã.

    O cenário elevou temores de prolongamento do conflito e de interrupções no fluxo da commodity, enquanto o governo iraniano acusou os EUA de não buscarem diálogo e Donald Trump pressionou o Irã a levar as negociações a sério. Paralelamente, o parlamento iraniano discute cobrar pedágio de navios que cruzem o Estreito de Ormuz.

    O Brent/maio valoriza 4,18%, negociado a US$ 106,49 e o WTI/maio sobe 3,49%, a US$ 93,65.

  • Minério de ferro: fechou em alta de 0,18%, na Bolsa de Dalian, na China, cotado a US$ 118,25/ton.

    Analistas da Nanhua Futures afirmam que o mercado segue pressionado por forças opostas e sujeito a volatilidade diante de eventos, enquanto os custos mais altos de combustível continuam sustentando os preços.

Cenário internacional

Nos EUA, a agenda desta quinta-feira é marcada por uma bateria de discursos de autoridades do Federal Reserve (Fed) e por indicadores que podem influenciar as expectativas dos mercados globais.

Mais tarde, após o fechamento de Wall Street, quatro dirigentes do Fed entram em cena. A diretora Lisa Cook fala às 17h, seguida por Stephen Miran às 19h30. Na sequência, o vice-presidente do Fed, Philip Jefferson, discursa às 20h, enquanto Michael Barr participa de evento às 20h10.

Nos Estados Unidos, o único dado relevante do dia é o número de pedidos semanais de seguro-desemprego, previsto para as 9h30. A expectativa é de alta de 5 mil solicitações, para cerca de 210 mil.

Além dos EUA, o dia também reserva decisões de juros de outros bancos centrais relevantes: o Banco Central do México anuncia sua decisão às 16h, enquanto a autoridade monetária da África do Sul divulga o resultado pela manhã.

Cenário nacional

No Brasil, o principal indicador do dia é o IPCA-15 de março, considerado a prévia da inflação oficial. O índice desacelerou para 0,44%, após avanço de 0,84% na leitura anterior, mas ficou acima das projeções do mercado, que apontavam alta de cerca de 0,29%.

A moderação em relação ao mês anterior reflete principalmente a dissipação do impacto dos reajustes nas mensalidades escolares. No entanto, o indicador ainda capturou apenas as duas primeiras semanas da guerra no Oriente Médio, o que significa que eventuais efeitos sobre combustíveis, especialmente em caso de reajuste da Petrobras, devem aparecer apenas nas próximas leituras.

Também será divulgado hoje o Relatório de Política Monetária do Banco Central, documento mais abrangente sobre o cenário econômico e as perspectivas para inflação e atividade. Gabriel Galípolo, comenta o relatório em entrevista coletiva às 11h, em Brasília, quando deve reforçar a postura cautelosa do banco diante das incertezas externas.

Em meio ao cenário global turbulento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou uma medida provisória que cria a segunda etapa do Plano Brasil Soberano, liberando R$ 15 bilhões adicionais em linhas de crédito voltadas a micro, pequenas e médias empresas afetadas pela guerra e pelas turbulências no comércio internacional.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, os recursos vêm de valores que não foram utilizados na primeira fase do programa, lançada em 2025 para compensar os impactos do pacote de tarifas imposto pelos Estados Unidos às exportações brasileiras.

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Destaques do mercado corporativo

  • Bradesco: o conselho aprovou a distribuição de R$ 3 bilhões em juros sobre capital próprio, com ações passando a negociar ex-proventos em 7 de abril e pagamento previsto até 30 de outubro.
  • Petrobras: em parceria com a Finep, lançou edital de R$ 30 milhões para projetos de pesquisa em biorrefino, iniciativa que integra um programa de até R$ 120 milhões voltado à transição energética.
  • Cemig: concluiu a compra de 51% da PCH Pipoca por R$ 38,9 milhões, passando a deter 100% da usina hidrelétrica.
  • Light: a Aneel derrubou liminar que permitia reajuste tarifário maior e manteve aumento de 8,59%, conforme definido anteriormente pela agência reguladora.
  • Enel: afirmou que seguirá buscando o pleno respeito às normas legais após derrota judicial em disputa com a Aneel que pode resultar na caducidade de uma concessão.
  • Casas Bahia: aprovou a emissão de R$ 1,38 bilhão em notas comerciais, com prazo de dois anos e remuneração equivalente a CDI + 4% ao ano.
  • Marisa: recebeu alerta da B3 por negociar ações abaixo de R$ 1 e terá até setembro para apresentar um plano de reenquadramento às regras da Bolsa.
  • Azul: o conselho aprovou grupamento de ações na proporção de 150 mil para 1, com efeitos a partir de 20 de abril.
  • Gol: informou que será incorporada pela Gol Linhas Aéreas S.A., com extinção da companhia listada e último dia de negociação das ações na B3 nesta semana.
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