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Guerra no Oriente Médio gera maior choque de oferta de petróleo da história, aponta AIE

Por Gabriela Santos
15/abr/2026
Em Commodities, Mercados, Notícias
A cidade que cresceu com o petróleo e agora surpreende pelo turismo

Imagem: depositphotos.com / crstrbrt)

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Neste ano, os mercados globais devem ter uma redução significativa no consumo de petróleo devido ao “choque de oferta petrolífera mais grave da história”, com a escalada da guerra no Oriente Médio, declarou a Agência Internacional de Energia (AIE) em relatório divulgado nesta terça-feira (14).

A estimativa da AIE é de que, em 2026, a demanda mundial atinja 104,26 milhões de barris por dia (mbd), levemente abaixo dos 104,34 mbd estimados em 2025.

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A AIE destacou que “a guerra alterou completamente as perspectivas globais para o consumo de petróleo” e afirmou que “a destruição da demanda se espalhará à medida que a escassez e os preços mais altos persistirem”.

Oferta global de petróleo sofre maior interrupção da história

A nova previsão da AIE indica que a demanda mundial de petróleo deverá cair em média 80 mil barris por dia no ano, enquanto no mês anterior a expectativa era de crescimento de 730 mil barris diários.

No segundo trimestre, o consumo deve cair para 102,07 mbd, o que representa uma redução de 1,5 milhão de barris por dia na comparação anual — “a mais forte desde que a Covid-19 fez cair o consumo de combustíveis”, aponta a agência.

A revisão representa uma mudança de cerca de 2,6 milhões de barris por dia em relação à projeção de março, que indicava aumento de 1,1 milhão.

No mês passado, a oferta mundial caiu 10,1 milhões de barris por dia, para 97 milhões, devido aos ataques contra infraestruturas energéticas do Golfo e às restrições no abastecimento de petróleo no estreito de Ormuz.

Os cortes mais intensos na demanda foram registrados no Oriente Médio e na Ásia-Pacífico, com impacto especialmente sobre o GLP (gás liquefeito de petróleo) e querosene de aviação.

Fluxo de petróleo despenca

O impacto também foi observado no transporte global de energia. O fluxo de petróleo bruto, combustíveis refinados e líquidos de gás natural caiu para 3,8 milhões de barris por dia no início de abril, ante mais de 20 milhões em fevereiro, antes dos ataques ao Irã.

Com a escalada do conflito, o excedente de oferta diminui drasticamente: mesmo com a retração da demanda, o mercado ainda deve registrar oferta superior ao consumo em 2026, mas em nível reduzido. O excedente projetado é de apenas 410 mil barris por dia, bem abaixo dos 2,46 milhões estimados no relatório anterior.

Cenários de risco ampliam incertezas

Em um cenário mais severo, interrupções prolongadas podem retirar quase 2 bilhões de barris dos estoques globais. Nesse caso, a demanda poderia cair, em média, 5 milhões de barris por dia entre o segundo e o quarto trimestre.

A AIE afirmou que “com a situação geopolítica ainda instável e as perspectivas de uma solução negociada e duradoura para o conflito ainda incertas, nossos casos abrangem toda a gama de resultados prováveis”.

No cenário-base, a agência de energia considera que o fornecimento do Oriente Médio será parcialmente restabelecido até meados do ano, ainda abaixo dos níveis pré-conflito.

Choque do petróleo afeta crescimento e inflação global

O Fundo Monetário Internacional (FMI) também revisou suas projeções diante do cenário inflacionário global relacionado à guerra no Oriente Médio e afirma que o conflito interrompeu o impulso de crescimento da economia global.

A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que “o cenário mais severo levará algumas economias à recessão, com inflação global acima de 6% e expectativas de inflação difíceis de conter”.

De acordo com o FMI, um cenário mais crítico de conflito prolongado e instabilidade financeira, o crescimento global pode cair para 2%, podendo levar a uma recessão generalizada.

Nesse contexto, os preços do petróleo poderiam atingir média de US$ 110 por barril em 2026 e chegar a US$ 125 em 2027, acima dos US$ 82 projetados no cenário-base.

A inflação global também deve subir, passando de 4,1% em 2025 para 4,4% em 2026.

Revisão do FMI por região

O FMI também atualizou nesta terça-feira suas projeções de crescimento para as principais economias globais: para o Oriente Médio e a Ásia Central em 2026, a estimativa é de 1,9%, comparado a 3,9% em janeiro, e de 4,6% para 2027, comparado aos 4% em janeiro.

Para a China, a instituição prevê um crescimento de 4,4% para 2026, ante os 4,5% estimados em janeiro, e de 4% para 2027, sem alterações em relação a janeiro.

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Já a economia dos Estados Unidos deve crescer 2,3% em 2026, comparado aos 2,4% previstos de janeiro, e para 2027, o avanço deve ser de 2,1%, comparado aos 2% calculados em janeiro.

Na zona do euro, a estimativa de crescimento foi revisada para 1,1% em 2026 ante 1,3% na previsão de janeiro, e para 1,2% para 2027, comparado à prévia de 1,4% em janeiro.

Para o Brasil, a projeção de crescimento em 2026 foi revisada de 1,6% para 1,9%. Segundo o FMI, o impacto do conflito tende a ser levemente positivo para o país, por ser exportador líquido de energia.

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