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Alta dos preços de energia vai corroer renda, reduzir o consumo e dificultar desinflação, diz Durigan ao FMI

Por Redação
16/abr/2026
Em Destaques, Economia, Mercados, Notícias
Imagem: Washington Costa/MF

Imagem: Washington Costa/MF

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O aumento dos preços de energia e alimentos tende a corroer a renda real, reduzir o consumo e dificultar os processos de desinflação em curso, segundo declaração do ministro da Fazenda, Dario Durigan, em posicionamento do Brasil enviada ao Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC, na sigla em inglês), durante as reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Washington, nos EUA.

Segundo Durigan, a guerra no Oriente Médio ocorre em um momento considerado delicado, quando a economia mundial começava a apresentar sinais de estabilização após sucessivos choques recentes.

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Nesse contexto, o FMI revisou para baixo suas projeções de crescimento global, enquanto a inflação tende a subir. O movimento reflete tanto os efeitos diretos quanto indiretos do conflito com o Irã.

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O ministro afirma que a combinação de crescimento mais fraco e inflação em alta levanta preocupações sobre um cenário de estagflação e torna mais complexa a condução da política econômica em diversos países.

O texto assinado por Durigan representa o posicionamento de um grupo de países, conhecido como “constituency” , formado por Brasil, Cabo Verde, República Dominicana, Equador, Guiana, Haiti, Nicarágua, Panamá, Suriname, Timor-Leste e Trinidad e Tobago.

Novo choque produz efeitos desiguais sobre países vulneráveis

Durigan alerta que o novo choque econômico tem efeitos desiguais, atingindo de forma mais intensa países de baixa renda e economias importadoras de energia. No documento, ele defendeu que economias avançadas apoiem países mais vulneráveis e populações em situação de maior necessidade.

Ele afirmou que há preocupação de que o cenário atual gere consequências mais graves para as camadas mais pobres da população global.

Durigan prevê que riscos podem endurecer condições financeiras globais

O ministro da Fazenda destaca que os riscos para a economia global se intensificaram e estão concentrados em uma direção negativa. Segundo ele, caso o conflito no Oriente Médio se prolongue ou se amplie, as disrupções no mercado de energia podem persistir.

Esses efeitos tendem a se espalhar para outras cadeias relevantes, como fertilizantes e alimentos, além de pressionar a inflação e endurecer as condições financeiras globais. O ministro também mencionou que uma possível crise de refugiados em larga escala pode gerar efeitos desestabilizadores em diversas regiões.

Ele acrescenta que a possibilidade de escalada do conflito agrava os impactos ainda presentes de choques anteriores sobre a economia mundial.

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Fragilidade do sistema global de comércio

Durigan afirma que, em muitos países, o espaço fiscal é reduzido, assim como os mecanismos de proteção econômica. Ao mesmo tempo, o sistema global de comércio segue fragilizado e a fragmentação geoeconômica tende a se intensificar.

Diante desse cenário, ele defende a adoção de políticas macroeconômicas contracíclicas, quando viáveis, como forma de mitigar os impactos da guerra no Oriente Médio.

O ministro também destacou que o momento exige maior cooperação internacional e reforço do multilateralismo. Segundo ele, o Brasil e os demais países do grupo apoiam a recomendação do FMI para que bancos centrais avaliem com cautela o choque nos preços de energia, especialmente pela dificuldade de separar efeitos temporários e permanentes.

“A política monetária deve ser adequadamente calibrada e claramente comunicada, de modo a preservar a credibilidade, ancorar expectativas e minimizar o repasse de choques de oferta à inflação”, avalia.

Por fim, Durigan defende que o FMI acompanhe de perto os impactos sobre a segurança energética e alimentar, ressaltando a necessidade de a instituição permanecer preparada para responder a crises.

Brasil tem posição favorável diante do choque do petróleo

Durigan avalia que o Brasil está em posição sólida para enfrentar os efeitos do aumento global dos preços de energia associados ao conflito com o Irã.

Segundo ele, a inflação no país tem convergido para a meta, em resposta a uma política monetária restritiva, o que tem permitido ao Banco Central iniciar um ciclo de flexibilização.

O ministro reforça que o Banco Central seguirá comprometido com a estabilidade de preços, ao mesmo tempo em que buscará garantir a estabilidade financeira, suavizar oscilações da atividade econômica e promover o pleno emprego.

Petróleo pode impulsionar balança comercial

Em relação aos efeitos da guerra, Durigan destaca que a alta dos preços internacionais do petróleo tende a ampliar o superávit comercial do Brasil, ao favorecer as exportações líquidas.

Ele enfatiza que, em 2025, o petróleo e derivados representaram cerca de 16% das exportações brasileiras e aproximadamente 8% das importações, resultando em um saldo positivo próximo de US$ 32 bilhões.

Ao mesmo tempo, o ministro aponta que esse impacto positivo pode ser parcialmente compensado por fatores como restrições no acesso a fertilizantes, redução da demanda global, aumento dos preços de importação e condições financeiras mais restritivas.

O ministro salienta que os investimentos em fontes renováveis e biocombustíveis contribuíram para uma matriz energética mais resiliente no país.

Durigan enfatiza compromisso fiscal e metas até 2030

No documento ao IMFC, o ministro também reiterou o compromisso do Brasil com a responsabilidade fiscal e a estabilidade de preços. Segundo ele, reformas recentes ajudaram a criar um ambiente macroeconômico mais resiliente, enquanto o “forte compromisso do Brasil com a responsabilidade fiscal e a estabilidade de preços” permite que a economia doméstica avance de forma “sustentável e inclusiva”.

Ele afirmou que os resultados fiscais dos últimos anos e as projeções até 2026 refletem a intenção de promover uma consolidação das contas públicas compatível com o crescimento econômico.

Durigan confirmou as metas fiscais já anunciadas, que preveem superávit primário de 0,25% do PIB em 2026 e de 0,5% em 2027. Esse resultado deve crescer para 1% em 2028 e 1,25% em 2029, com estabilização da dívida pública prevista para 2030 – metas confirmadas nesta quarta-feira (15), durante a apresentação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, que define as bases para o Orçamento do primeiro ano do próximo governo.

A autoridade destaca ainda que o ajuste fiscal adotado nos últimos anos combinou aumento de receitas com revisão e racionalização de despesas, com o objetivo de apoiar o crescimento econômico, manter a estabilidade macroeconômica e promover justiça social.

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FMI vê dívida em alta e risco fiscal no Brasil

As declarações de Durigan ocorrem em um contexto de piora das projeções do FMI para o Brasil. Segundo o Fundo, o país não deve registrar superávit nas contas públicas durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O FMI projeta que a dívida pública brasileira seguirá em trajetória de alta, devendo atingir 100% do Produto Interno Bruto (PIB) já em 2027. A estimativa é que o indicador alcance 96,5% do PIB neste ano e continue avançando até chegar a 106,5% do PIB em 2031.

Os dados fazem parte do relatório Monitor Fiscal, divulgado durante as reuniões do Fundo em Washington, que avalia a situação das contas públicas de diversos países.

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