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Morning Call: Impasse nas negociações no Oriente Médio pressiona mercados em semana de decisão sobre os juros

Por Redação
27/abr/2026
Em Destaques, Mercados, Notícias
Imagem: Ministério das Relações Exteriores do Irã via AP

Imagem: Ministério das Relações Exteriores do Irã via AP

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O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira (B3), encerrou o pregão da última sexta-feira (24) em queda de 0,33%, aos 190.745,02 pontos, impactado principalmente pelo aumento das tensões no Oriente Médio.

Os contratos de petróleo que operavam em alta durante a semana, fecharam a sessão em queda diante da possibilidade de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã, ainda pressionando o mercado de ações com o risco inflacionário.

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Entre os destaques do Ibovespa as ações da Petrobras registraram perdas de 0,97% (ON) e de 1,28% (PN), acompanhando a queda do petróleo no mercado internacional. Já a Vale fechou em  leve queda de 0,12%.

No setor financeiro, o desempenho foi misto, com Banco do Brasil (ON) em baixa de 1,3%, enquanto o Itaú (PN) avançou 0,43%. No ranking geral, Hapvida (+5,94%) e Usiminas (+5,55%) lideraram as altas do dia, e Brava Energia teve a maior perda, em queda de 5,75%.

No câmbio, o dólar registrou leve queda de 0,11% frente ao real, cotado a R$ 5, com a redução da percepção de risco no mercado financeiro diante da possibilidade de uma nova rodada de negociação entre Washington e Teerã.

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No cenário internacional, as tão aguardadas negociações entre representantes dos EUA e do Irã no final de semana fracassaram, colocando fim ao alívio que sustentou os mercados na sexta-feira. O cancelamento do envio dos representantes Steve Witkoff e Jared Kushner pelo presidente Donald Trump expôs mais um capítulo de desalinhamento nas negociações com o Irã e aprofundou o impasse diplomático entre as partes.

Agora, uma nova proposta apresentada por Teerã adiciona complexidade ao cenário: segundo notícia da agência Axios, o país sugere reabrir o Estreito de Ormuz e encerrar o conflito como condição inicial, deixando as discussões sobre seu programa nuclear para uma etapa posterior.

A proposta foi recebida pela Casa Branca, mas ainda não há clareza sobre a disposição dos Estados Unidos em avançar nesses termos. Segundo autoridades americanas, o tema deve ser debatido em uma reunião convocada por Trump nesta segunda-feira (27), em Washington, com sua principal equipe de segurança nacional e política externa. O encontro deve focar no impasse atual e nos próximos passos nas negociações.

Nesse contexto, o Estreito de Ormuz permanece no centro da disputa geopolítica. A eventual reabertura da rota, crucial para o fluxo global de petróleo e gás, aparece como peça-chave na proposta iraniana, mas também como um dos principais pontos de tensão estratégica entre as partes. A leitura predominante no mercado é de que o conflito caminha para um horizonte mais prolongado, com impacto direto sobre os preços de energia, os prêmios de risco e as expectativas de inflação global.

No radar dos mercados, a semana combina esse cenário geopolítico com uma agenda carregada de decisões de política monetária e indicadores relevantes no Brasil e no exterior. O Banco do Japão (BoJ) abre a sequência, seguido pelo Federal Reserve (Fed) e Copom na super quarta, enquanto o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra (BoE) decidem na quinta-feira. A expectativa majoritária é de manutenção dos juros, com exceção do Brasil.

Nos Estados Unidos, ganham destaque a prévia do PIB do primeiro trimestre e o índice de inflação PCE. Aqui, o foco recai sobre o IPCA-15 de abril e, principalmente, a decisão do Copom sobre a Selic.

No Brasil, a autoridade monetária deve anunciar um novo corte de 0,25 ponto percentual. Entre as 37 instituições consultadas pela Agência Estado, 33 apostam em um movimento mais cauteloso de ajuste, refletindo um ambiente ainda desafiador.

A persistência do conflito no Oriente Médio, somada ao petróleo próximo de US$ 100, reforça a postura conservadora do Banco Central. Apesar do câmbio mais comportado ajudar a aliviar parte das pressões, o cenário inflacionário segue sensível.

Assim, mais do que a decisão em si, o foco dos investidores deve se concentrar no comunicado e no balanço de riscos, que podem sinalizar o ritmo dos próximos passos do ciclo de flexibilização monetária.

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Manchetes desta manhã

  • Volume de recuperações judiciais cresce no 1º tri e volta a bater recorde (Valor)
  • Pacote de bondades de Lula acende luz vermelha e pode atrapalhar política de juros e inflação do BC (Folha)
  • Desenrola 2.0 pode prolongar ciclo de endividamento (Estadão)
  • BC: Comprometimento de renda das famílias com dívidas sobe a 29,7% em fevereiro, nível recorde (O Globo)
  • Renda para brasileiro consumir, depois de pagar dívida e gastos básicos, é a menor desde 2011 (Valor)

Mercado global segue pressionado por impasse nas negociações no Oriente Médio

As bolsas da Europa avançam nesta segunda-feira, com investidores monitorando os desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o impasse nas negociações de paz entre EUA e Irã.

Ao mesmo tempo, o mercado se posiciona para uma semana marcada por decisões de juros de bancos centrais da região.

Na Ásia, os índices fecharam majoritariamente em alta, impulsionadas pelo setor de tecnologia, que ofuscou o impacto das tensões geopolíticas.

O Nikkei renovou máximas históricas, com investidores à espera da decisão do BoJ, que deve manter os juros inalterados nesta semana. O Taiex, de Taiwan, subiu 1,76%, com otimismo em relação ao desenvolvimento da infraestrutura de IA. A fabricante de chips sob encomenda Taiwan Semiconductor Manufacturing Co. (TSMC), que representa mais de 40% da capitalização total do mercado, continuou sendo o principal motor do índice, com alta de 6,2%.

Em Nova York, os índices futuros buscam a estabilidade nesta segunda-feira (27), pressionados pelo impasse nas negociações de paz com o Irã e pela intensificação das tensões no Estreito de Ormuz, que elevam os preços do petróleo.

Confira os principais índices do mercado:

  • S&P 500 Futuro: -0,01%
  • FTSE 100: +0,18%
  • CAC 40: +0,59%
  • Nikkei 225: +1,38%
  • Hang Seng: -0,2%
  • Shanghai SE Comp: +0,16%
  • Ouro (jun): -0,53%, a US$ 4.715,95 por onça troy
  • Índice do dólar (DXY): -0,24%, aos 98,295 pontos
  • Bitcoin: -0,13% a US$ 77.735,9
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Commodities

  • Petróleo: os contratos futuros operam em alta nesta segunda-feira, com o Brent superando US$ 107 por barril, em meio ao agravamento do impasse entre EUA e Irã, após Donald Trump ter cancelado a viagem de sua equipe ao Paquistão para a nova rodada de negociações com autoridades iranianas no fim de semana.

    Nem mesmo a proposta iraniana de reabrir o Estreito de Ormuz e adiar as negociações nucleares foi suficiente para conter a alta das cotações.

    O Brent/junho avança 1,15%, cotado a US$ 106,54, enquanto o WTI/junho sobe 0,85%, a US$ 95,20.
  • Minério de ferro: fechou estável em Dalian, na China, cotado a US$ 114,9/ton.

    Os preços se mantêm estáveis apesar da queda nos embarques de Brasil e Austrália, sustentados pela recomposição de estoques antes do feriado de 1º de maio. Após o período, a demanda pode enfraquecer, com expectativa de maior volatilidade no curto prazo.

Cenário internacional

Nos EUA, o principal destaque da semana é a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), com o mercado projetando manutenção dos juros na faixa de 3,5% a 3,75%.

Na quarta-feira, além da decisão sobre os juros, serão divulgadas as prévias do PIB do primeiro trimestre de 2026 nos Estados Unidos, Alemanha, França e na zona do euro — dados que podem recalibrar as expectativas sobre crescimento global.

Nos bastidores da política monetária americana, ganha força a movimentação para a sucessão no Fed. O Senado deve votar a indicação de Kevin Warsh para a presidência da instituição, após o Departamento de Justiça encerrar uma investigação envolvendo Jerome Powell, abrindo caminho para o avanço do nome apoiado por Donald Trump.

Cenário nacional

No Brasil, o foco se divide entre política econômica e cenário eleitoral. O governo deve anunciar um pacote de crédito voltado a endividados, considerado uma das principais apostas para impulsionar a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No campo corporativo, a Petrobras divulga na quinta-feira (30) seu relatório de Produção e Vendas do primeiro trimestre. A estatal deve anunciar um reajuste de 18% no preço do querosene de aviação (QAV) a partir de 1º de maio, reflexo direto da escalada do petróleo em meio à guerra. Será a terceira alta consecutiva, após avanços de 9,4% em março e 54% em abril — acumulando elevação de 99% no período.

Ainda no setor de combustíveis, o governo planeja elevar a mistura de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, em medida temporária de 180 dias que será analisada pelo CNPE em 7 de maio. A iniciativa busca reduzir a dependência de importações em um cenário de petróleo elevado, com potencial de cortar em cerca de 500 milhões de litros por mês as compras externas.

Complementando o pacote, foi prorrogado até 5 de maio o prazo para adesão dos estados à subvenção do diesel, que prevê subsídio de R$ 1,20 por litro, reforçando os esforços para mitigar os impactos da alta dos combustíveis sobre a economia.

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Destaques do mercado corporativo

  • Vale: formalizou a incorporação da Baovale Mineração para simplificar estrutura e reduzir custos. A mineradora que já detém 100% das ações da Baovale, o que elimina a necessidade de emissão de novas ações.
  • Banco do Brasil: estima R$ 3 bilhões em propostas de crédito na Agrishow, realizada entre 26de abril e 1º de maio, em Ribeirão Preto (SP).
  • BRB: Fachin suspendeu a decisão que proibia venda de bens do DF para cobrir rombo do Master no banco.
  • Raízen: enviou proposta alternativa a credores para captação de R$ 2,5 bilhões a R$ 5 bilhões, que se somaria a R$ 4 bilhões com que a Shell e Rubens Ometto se comprometeram, segundo a Bloomberg.
  • Sabesp: avalia incorporar a totalidade das ações da EMAE, tornando-se subsidiária integral. O preço da ação da EMAE em OPA unificada proposta será de R$ 61,83.
  • Hapvida: teve participação dos controladores reduzida para 52,47% do capital, de 55,4%, após a família Pinheiro, fundadora e controladora da operadora, ter elevado a participação de 51,39% para 55,4%.


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