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Nova lei para o trabalho aos domingos e feriados começa a valer em julho!

Paulo Por Paulo
20/mar/2025
Em Economia, Notícias
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Lula - Foto: Wikimedia / Divulgação

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As novas diretrizes para o funcionamento do comércio aos domingos e feriados, previstas para julho de 2025, têm gerado discussões intensas. Essas mudanças visam estabelecer um equilíbrio entre as necessidades do setor produtivo e os direitos dos trabalhadores. Com a implementação das novas regras, tanto empregadores quanto funcionários precisarão se adaptar a um novo cenário.

Anteriormente, desde 2021, as empresas podiam operar nesses dias sem a necessidade de acordos coletivos ou aprovação de leis municipais, bastando uma comunicação formal. No entanto, a nova regulamentação requer uma negociação sindical ou legislação local, o que foi adiado para julho de 2025, permitindo mais tempo para ajustes.

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Como os sindicatos veem as novas diretrizes?

Os sindicatos, como a União Geral dos Trabalhadores (UGT), consideram as novas regras um avanço na valorização da negociação coletiva. Eles acreditam que a regulamentação fortalece a atuação sindical, assegurando condições de trabalho mais justas durante feriados.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) vê a mudança como uma correção necessária, garantindo uma proteção mais eficaz aos direitos dos trabalhadores. Já a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (Contracs) destaca que as novas normas evitam a precarização das condições de trabalho.

Para líderes sindicais locais, como os de Porto Alegre, as mudanças representam um importante resgate histórico dos direitos trabalhistas.

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Carteira de trabalho e dinheiro – Créditos: depositphotos.com / rafapress

Quais são as preocupações dos empresários?

Do ponto de vista empresarial, há receios sobre os impactos econômicos das novas regras. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) alerta para possíveis perdas financeiras e aumento dos custos operacionais, o que pode dificultar a abertura de lojas em feriados.

  • Supermercados podem enfrentar desafios para se adequar às novas exigências.
  • Há temores de que os custos de mão de obra aumentem e a oferta de empregos diminua.
  • A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) expressa preocupação com a insegurança jurídica decorrente das novas normas.

Impactos econômicos das novas regras: o que está em jogo?

O debate sobre essas normas ocorre em um contexto econômico desafiador. O setor produtivo teme que as novas regras possam impactar negativamente a recuperação econômica do Brasil, ao aumentar os custos e reduzir as oportunidades de trabalho.

Apesar disso, os sindicatos defendem que a regulamentação é crucial para assegurar condições de trabalho justas. O adiamento da implementação para julho de 2025 oferece uma oportunidade para ajustar as normas de forma que protejam tanto os trabalhadores quanto a economia.

O diálogo contínuo entre sindicatos, empresários e governo será essencial para encontrar um equilíbrio que beneficie todas as partes envolvidas.

Quais são as regras atuais para o trabalho aos domingos e feriados?

As regras estabelecidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) garantem direitos específicos para o trabalho aos domingos e feriados. Aqui estão os principais pontos:

  1. Autorização para Trabalho aos Domingos: É necessário um acordo coletivo, convenção coletiva ou autorização das autoridades competentes.
  2. Compensação com Folga: Trabalhadores têm direito a uma folga compensatória em outro dia da semana.
  3. Trabalho em Feriados: Exige autorização por convenção ou acordo coletivo, com remuneração dobrada ou folga compensatória.
  4. Jornada de Trabalho e Intervalos: Segue as regras gerais de jornada, com máximo de 8 horas diárias e 44 horas semanais.
  5. Setores com Regime Diferenciado: Alguns setores têm regimes especiais que permitem o trabalho regular nesses dias.
  6. Pagamento em Dobro: Sem folga compensatória, o pagamento deve ser dobrado.
  7. Convenções Coletivas: Sindicatos podem estabelecer regras específicas em acordos ou convenções coletivas.
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