A conservação histórica revela que as pirâmides revestidas há 2000 anos com a técnica maia de estuque brilhante não se tornam ruínas desbotadas pelo tempo elas desenvolvem silenciosamente algo que a maioria das pinturas externas nunca precisou desenvolver a capacidade química de interagir com o sol e a chuva para se autolavar e preservar os murais vermelhos originais

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