Os bancos Bradesco e Banco do Brasil negaram a participação de seus funcionários em atos golpistas em Brasília, no último domingo (08/01), após publicações nas redes sociais associarem praticantes de atos de vandalismo de prédios públicos da Praça dos Três Poderes às empresas.
Em comunicado, o BB disse que uma imagem de pessoa “defecando” no Supremo Tribunal Federal (STF) não é de funcionário do banco citado em fake news em redes sociais. “O BB apurou e afirma que não se trata de funcionário do BB citado em boatos que circulam nesta fake news que surgiu nas redes sociais. O Banco destaca que desconhece a identidade da pessoa que aparece no vídeo, assim como não há indícios de que se trate de um funcionário do BB na cena lamentável.”
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O BB ressalta que “considera a democracia uma conquista da sociedade brasileira e repudia qualquer ato de violência contra as instituições que representam o Estado Democrático de Direito no país” e disse que “auxiliará nas investigações das autoridades competentes no que for necessário para identificar qualquer funcionário que possa ter participado de atos de vandalismo em Brasília.”
O Bradesco, por sua vez, disse que pessoa identificada como “Ana Priscila Azevedo” seja funcionária do banco, segundo informação do site “Poder 360”. Ela foi identificada por uma conta no Instagram chamada “Contragolpe Brasil”, para expor nomes de pessoas que supostamente estavam presentes no ato extremista.
Segundo a reportagem, o banco informou ainda que não localizou nenhum registro em seus arquivos com o nome dessa pessoa como funcionária do Bradesco. A informação foi confirmada pelo Bradesco à Agência CMA.
Cynara Escobar / Agência CMA
Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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