A taxa de desemprego no Brasil caiu para 6,6% no trimestre encerrado em agosto de 2024, representando uma queda de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e de 1,2 ponto percentual em comparação com o mesmo período de 2023.
Os dados divulgados nesta sexta-feira (27) representam o menor índice para um trimestre encerrado em agosto desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, em 2012.
Desemprego diminuiu e ocupação aumentou
A população desocupada somou 7,3 milhões de pessoas, registrando quedas de 6,5% no trimestre e 13,4% no ano, o menor contingente desde janeiro de 2015. Por outro lado, a população ocupada atingiu um recorde de 102,5 milhões de pessoas, com crescimento de 1,2% no trimestre e 2,9% no ano. O nível de ocupação subiu para 58,1%, maior taxa desde 2013.
A taxa de subutilização da força de trabalho recuou para 16%, a menor desde 2014. A população subutilizada chegou a 18,5 milhões, menor desde 2015. Já o número de desalentados (3,1 milhões) foi o menor desde 2016, registrando quedas tanto no trimestre (-5,9%) quanto no ano (-12,4%).
Número de empregados e rendimento também aumentaram
O número de empregados no setor privado chegou a 52,9 milhões, um novo recorde, com destaque para os empregados com carteira assinada, que totalizaram 38,6 milhões. Já a taxa de informalidade alcançou 38,8%, ligeiramente acima do trimestre anterior, com 39,8 milhões de trabalhadores informais.
O rendimento real habitual subiu 5,1% no ano, atingindo R$ 3.228. A massa de rendimento real também apresentou crescimento de 8,3%, alcançando R$ 326,2 bilhões, impulsionando o poder de compra da população.
*Com informações da agência de notícias CMA.











