O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, encerrou esta segunda-feira (18) praticamente estável, com leve variação de 0,02%, aos 127.768,19 pontos. O giro financeiro de R$ 22,6 bilhões.
A alta do petróleo impulsionou algumas ações do índice. Os contratos do Brent fecharam em alta de 3,18%, a US$ 73,30, e os do WTI avançaram 3,36%, a US$ 69,17. A valorização foi motivada por tensões geopolíticas após a escalada no Oriente Médio.
O minério de ferro também avançou, com alta de 1,87% em Dalian, a US$ 105,23 por tonelada, e 2,52% em Cingapura, a US$ 99,15.
Apesar do suporte das commodities, a espera pelo pacote de corte de despesas do governo federal e a piora nas expectativas de inflação no Boletim Focus limitaram a recuperação do índice.
O mercado também reagiu ao rebaixamento do Brasil pelo Morgan Stanley para “underweight” (equivalente à venda), em função de preocupações com o cenário fiscal e a elevada taxa de juros.
Destaques do Ibovespa
As ações da Petrobras subiram 2,57% (ON) e 2,50% (PN), após a estatal anunciar seu Plano de Negócios para 2025-2029. A previsão é de US$ 111 bilhões em investimentos, cifra semelhante ao plano anterior, garantindo espaço para o pagamento de dividendos.
A Vale, ação de maior peso no Ibovespa, fechou com alta de 1,25%, também ajudou o índice a ficar próximo da estabilidade.
Entre as maiores altas do dia, ficaram CSN (+9,21%), Brava Energia (+7,39%) e Raízen (+3,31%). Por outro lado, Azul (-7,50%), Hapvida (-6,94%) e BRF (-5,69%) tiveram os piores desempenhos da sessão.











