O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores brasileira, inicia a semana com menos fôlego do que nas últimas semanas, pressionado pelas tensões envolvendo o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e o cenário exterior conturbado.
Mesmo com essas pressões, o índice ainda conseguiu fechar maio com alta de 1,5%, em um mês que começou animado, mas perdeu ritmo nas últimas sessões com a piora do ambiente político e a volta de tensões comerciais entre Estados Unidos e China.
A análise sobre o desempenho do Ibovespa, do cenário macroeconômico e muito mais já está disponível no episódio desta segunda-feira (2) do podcast “Café do Mercado”, nas principais plataformas de podcasts, e apresentado por Lucas Rocco, CEO da Wiser | BTG Pactual.
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Cenário econômico e político no radar da Bolsa
A imposição do IOF sobre operações de crédito segue gerando ruído entre Executivo e Congresso, além de aumentar a preocupação com o custo do crédito no país. O mercado observa com cautela os desdobramentos políticos, especialmente após falas de parlamentares sobre a possibilidade de revogação da medida.
A instabilidade institucional pressiona os ativos brasileiros e contamina o humor dos investidores, que veem riscos fiscais e menor previsibilidade para os próximos meses.
Tensões entre EUA e China voltam à pauta
No cenário externo, voltou ao radar a guerra comercial entre Estados Unidos e China. Os dois países sinalizaram que não estão mais cumprindo os termos do acordo firmado em janeiro, reacendendo o temor por novas tarifas e impacto na economia global.
Esse contexto também afeta o mercado norte-americano, com futuros das bolsas operando em queda nesta segunda. Por outro lado, o petróleo sobe forte: alta de 4% no início do dia, com o barril a US$ 63. A valorização veio após a Opep+ anunciar aumento na produção, acima do esperado.











