O episódio do podcast “Fechamento do Mercado” de hoje já está no ar, nas principais plataformas de podcasts. Nesta segunda-feira (14), o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou com queda de 0,65%, aos 135.298 pontos — sexta alta consecutiva. O índice já se afastou da marca dos 140 mil pontos, alcançada recentemente.
O movimento de baixa no mercado brasileiro ocorre em meio à expectativa negativa com as tarifas anunciadas por Donald Trump, que prometeu taxar em até 50% produtos importados do Brasil, além de medidas contra União Europeia e Canadá.
- 🎧 Os segredos do mercado no seu ouvido! Ouça os podcasts do Monitor do Mercado e descubra insights valiosos para investir melhor.
A escalada das tensões comerciais e políticas nos Estados Unidos aumenta a incerteza sobre o cenário eleitoral norte-americano. Isso reduz o apetite dos investidores estrangeiros por ativos de risco em mercados emergentes, como o Brasil.
O dólar à vista subiu 0,66%, fechando a R$ 5,58. A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,54 e R$ 5,59 ao longo do dia, encerrando próxima da máxima da sessão.
Bolsas americanas sobem e Nasdaq bate novo recorde
Enquanto o mercado brasileiro recuava, os principais índices de ações dos Estados Unidos apresentaram leve alta:
- Dow Jones: +0,20%
- S&P 500: +0,14%
- Nasdaq: +0,27%
A Nasdaq, que concentra empresas de tecnologia, atingiu uma nova máxima histórica, impulsionada pela expectativa de maior entrada de capital em negócios com perfil de crescimento.
Bitcoin dispara e renova máximas
O bitcoin superou os US$ 122 mil nesta segunda-feira e analistas projetam que a criptomoeda possa chegar a US$ 140 mil nos próximos meses.
- ⚡ A informação que os grandes investidores usam – no seu WhatsApp! Entre agora e receba análises, notícias e recomendações.
O movimento de alta está sendo impulsionado pelo crescimento da participação de grandes investidores institucionais nos criptoativos. Fundos como o da BlackRock e outras gestoras vêm alocando recursos em bitcoin, tornando o ativo uma espécie de reserva de valor para seus clientes.
Algumas companhias têm substituído o caixa tradicional por alocação em bitcoin como estratégia para atrair investidores que desejam exposição à criptomoeda. No Brasil, a Meliuz é um exemplo dessa estratégia, servindo como intermediária entre investidores e ativos digitais.
Nos Estados Unidos, três projetos de lei voltados à regulação das criptomoedas estão prontos para votação na Câmara dos Deputados nesta semana. Caso aprovados, podem aumentar a segurança jurídica e facilitar a entrada de capital institucional no setor.











