O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta terça-feira (29) em alta de 0,45%, aos 132.725 pontos, após três pregões consecutivos de queda. O volume financeiro negociado foi de R$ 16,4 bilhões.
A alta foi impulsionada pelas falas da ministra do Planejamento, Simone Tebet, afirmou que as medidas anunciadas pelo governo brasileiro serão uma “reação”, não uma “retaliação”. Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que “todo o mundo está pisando em ovos” e ressaltou que o Brasil não deu origem ao conflito.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou que tarifas para a maioria dos países deve ficar entre 15% e 20%, mas para o Brasil a alíquota prometida é de 50%.
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Mesmo com a recuperação, o índice acumula recuo de 0,60% na semana e de 4,41% no mês. No ano, ainda avança 10,34%.
Destaques do Ibovespa
A Petrobras foi um dos motores do índice, impulsionada pela alta de mais de 3% no preço do petróleo em Londres e Nova York. As ações da estatal subiram 1,63% (PETR3) e 1,31% (PETR4). Em contrapartida, Vale caiu 0,62%. No setor bancário, desempenho foi misto: Bradesco (PN) caiu 0,19%, enquanto Itaú (PN) subiu 0,58%.
Entre as maiores altas do dia ficaram Embraer (+3,76%), Direcional (+3,10%) e Brava (+2,74%). Por outro lado, Magazine Luiza (-2,79%), Pão de Açúcar (-1,99%) e Raízen (-1,39%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
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