O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta segunda-feira (4) com alta de 0,40%, aos 132.971 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 15,2 bilhões.
A alta foi influenciada pelo bom desempenho das bolsas norte-americanas, impulsionadas pela expectativa de corte de juros nos EUA entre setembro e outubro, após os dados de emprego (payroll) divulgados na sexta-feira (1).
Segundo analistas, a perspectiva de juros menores tende a enfraquecer o dólar globalmente e reduzir os prêmios na curva de juros no Brasil, cenário que favorece ativos de risco, como ações.
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No Brasil, também pesou a divulgação dos números do Caged, que apontaram uma criação moderada de empregos de carteira registrada em junho.
Apesar da variação positiva hoje, o índice segue lateralizado, mantendo-se entre 132 mil e 133 mil pontos nas últimas oito sessões. Em junho, a Bolsa recua 0,08%, enquanto no ano ainda acumula alta de 10,55%.
Destaques do Ibovespa
As ações da Petrobras (ON -0,34%; PN -0,16%) caíram e seguraram a alta do Ibovespa. A retração ocorreu após a decisão da Opep+ de ampliar a produção da commodity e declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre aumento de tarifas contra a Índia pela compra de petróleo russo.
No setor bancário, Banco do Brasil (ON) subiu 2,02% e Santander (Unit), 2,05%, após perdas na última sexta-feira. A Vale, ação de maior peso no índice, avançou 0,80%.
Entre as maiores altas do dia, ficaram RD Saúde (+8,54%), Hapvida (+3,95%) e Vivara (+3,54%). Por outro lado, BRF (-3,40%), Pão de Açúcar (-2,87%) e Yduqs (-2,54%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
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