O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (7) em alta de 1,48%, aos 136.527,61 pontos. Foi o quarto pregão seguido de alta — a sequência mais longa desde maio. O volume financeiro negociado foi de R$ 23,9 bilhões.
Segundo analistas, o movimento foi impulsionado pela queda na curva de juros futuros, após a confirmação do chamado “tarifaço” dos EUA sobre produtos brasileiros, já amplamente precificado pelo mercado.
Outro fator que ajudou a reduzir o estresse no mercado foi a sinalização de que o governo brasileiro não pretende retaliar os Estados Unidos pela nova tarifa.
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Declarações do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também foram monitoradas, como a de que não há estudos sobre quebra de patentes no país, o que acalmou parte do mercado.
Além disso, a manutenção do dólar em queda, que fechou o dia em R$ 5,42, também contribuiu para o avanço dos ativos locais.
Destaques do Ibovespa
Petrobras teve alta de 0,71% (PETR3) e 0,56% (PETR4), mesmo com o petróleo em queda. A Vale também avançou 0,63%. No setor bancário, o dia foi de ganhos generalizados, com destaque para Itaú (PN), que subiu 1,77%.
Entre as maiores altas do dia, ficaram Eletrobras (9,47% e 9,60%), Smartfit (+7,80%) e Cogna (+5,32%). Por outro lado, Minerva (-5,14%), Hypera (-3,74%) e Raízen (-2,99%) tiveram os piores desempenhos da sessão.
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