O Ibovespa fechou esta sexta-feira (14) em alta de 0,37%, aos 157.738 pontos, voltando a subir após dois dias de ajustes. O resultado ficou a apenas dez pontos do recorde de fechamento registrado na terça-feira (11).
Analistas atribuem a valorização do índice ao ingresso de capital estrangeiro na B3, pelo dólar mais fraco e pela valorização do petróleo, que subiu mais de 2% e impulsionou as ações da Petrobras (0,78% e 0,65%).
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Com o resultado, a Bolsa acumula alta de 5,48% na primeira quinzena de novembro. Na semana, o avanço foi de 2,39%, o quinto consecutivo. No ano, o desempenho positivo chega a 31,14%.
Destaques do Ibovespa
Os grandes bancos apoiaram o índice no início da sessão, com ganhos de Santander (+0,6%) e Itaú (+0,4%). No entanto, Banco do Brasil (-0,27%) voltou a cair após a divulgação de seu balanço trimestral, enquanto Bradesco (-0,24% e -0,05%) recuou levemente. Vale caiu 0,61%.
Entre as maiores altas do dia ficaram MBRF (+11,98%), Braskem (+7,85%) e Magazine Luiza (+5,85%). Já Yduqs (-6,94%), Hapvida (-5,82%) e Cemig (-5,31%) lideraram as quedas.
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Caminho para os 160 mil pontos
Em fala ao Broadcast, Cesar Mikail, gestor de renda variável da Western Asset, afirmou que há espaço para o Ibovespa buscar os 160 mil pontos. Ele cita fatores como:
- a rotação global de recursos para mercados emergentes;
- o diferencial de juros favorável ao Brasil;
- o ciclo de cortes de juros iniciado pelo Federal Reserve (Fed) em setembro.
Mikail observa que a boa temporada de balanços nos EUA — com 82% das empresas do S&P 500 superando as expectativas — não impediu o movimento de realocação internacional de portfólios.


