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Inflação (IGP-10) retoma ritmo de alta no início de 2026

Por Redação
16/jan/2026
Em Mercados, Notícias
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O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-10) aumentou 0,29% em janeiro, após encerrar o ano de 2025 em queda de 0,76%, conforme apontam dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) nesta sexta-feira (16).

Com o resultado e após leve alta de 0,04% em dezembro, o índice passou a acumular queda de 0,99% nos últimos 12 meses. Em janeiro de 2025, o IGP-10 registrava alta de 0,53% e avançava 6,73% no acumulado de 12 meses.

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Preços no atacado avançam com impacto de minério e combustíveis

Em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-10) subiu 0,24%, revertendo a queda de 0,03% registrada em dezembro. O movimento foi influenciado principalmente pelo segmento de extração mineral, com destaque para o minério de ferro.

Também houve impacto dos combustíveis, especialmente do álcool etílico hidratado (etanol), que apresentou alta de 4,59% no período.

Segundo Matheus Dias, economista do FGV Ibre, o aumento foi sustentado pela redução dos estoques e pela demanda firme durante o período de entressafra.

Estágios de processamento mostram movimentos distintos

Na análise por estágios de processamento, o grupo de Bens Finais apresentou desaceleração, passando de alta de 0,12% em dezembro para queda de 0,26% em janeiro. O índice de Bens Finais (ex), que exclui alimentos in natura e combustíveis para consumo, recuou de 0,31% para 0,24%.

O grupo de Bens Intermediários subiu 0,4% em janeiro, acima da alta de 0,06% observada em dezembro. Já o índice de Bens Intermediários (ex), que exclui combustíveis e lubrificantes para produção, avançou 0,46%, após alta de 0,08% no mês anterior.

As Matérias-Primas Brutas também aceleraram, passando de queda de 0,18% em dezembro para alta de 0,48% em janeiro, sinalizando aumento de custos na base da cadeia produtiva.

Inflação ao consumidor avança com preços dos alimentos

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) registrou variação de 0,39% em janeiro, acima da taxa de 0,21% observada em dezembro. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, cinco apresentaram aceleração:

  • Vestuário: passou de queda de 1,30% para alta de 0,87%
  • Alimentação: avançou de -0,19% para 0,50%
  • Transportes: subiram de 0,23% para 0,40%
  • Despesas Diversas: passaram de estabilidade para alta de 0,11%
  • Saúde e Cuidados Pessoais: avançaram de 0,16% para 0,22%

Em sentido oposto, os grupos Educação, Leitura e Recreação desaceleraram de 1,86% para 1,27%, enquanto Habitação recuou de 0,28% para 0,08% e Comunicação passou de 0,10% para variação nula.

Segundo Matheus Dias, os preços ao consumidor tendem a registrar elevações sazonais no início do ano, especialmente no grupo Educação, em função do início do ano letivo. Ele também destaca a reaceleração dos preços dos alimentos como fator relevante para o avanço do IPC.

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Custo da construção é puxado por mão de obra

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-10) subiu 0,47% em janeiro, acima da taxa de 0,22% registrada em dezembro. O avanço foi impulsionado principalmente pelo grupo Mão de Obra, que acelerou de 0,28% para 0,78%.

O grupo Materiais e Equipamentos também apresentou aceleração, passando de 0,18% para 0,26%. Já o grupo Serviços registrou desaceleração, de 0,15% para 0,09%.

De acordo com a FGV Ibre, a forte alta nos custos da construção em janeiro decorre de reajustes salariais e acordos coletivos do setor. Outro fator relevante foi a influência dos condutores elétricos, que registraram repasse do aumento acumulado no preço do cobre.

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