Após renovar seu recorde de fechamento, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta quinta-feira (29) em queda de 0,84%, aos 183.133,75 pontos, em um movimento de realização de lucros. Durante o dia, o índice renovou sua máxima intradiaria (186.449,75 pontos).
O recuo acompanhou a movimentação observada no exterior, impactada pelo desempenho negativo do resultado da Microsoft, segundo Rodrigo Marcatti, economista e CEO da Veedha Investimentos, em fala ao Broadcast.
Ele ressaltou que o fluxo de capital para o Brasil segue positivo, favorecido pelo diferencial de juros. Esse movimento é conhecido como carry trade, estratégia em que investidores tomam recursos em países com juros baixos e aplicam em mercados com taxas mais elevadas.
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Em janeiro, a Bolsa mantém ganho de 13,66%, caminhando para o melhor desempenho mensal desde novembro de 2020, quando subiu 15,90%.
Destaques do Ibovespa
Apesar da pressão negativo do setor metálico, a Vale subiu 0,51%. O setor financeiro também contribuiu para a queda do Ibovespa. Santander (Unit) recuou 1,47% e BTG Pactual (Unit) caiu 2,01%. A exceção foi Banco do Brasil (ON), que avançou 0,39%.
Petrobras ajudou a limitar as perdas do índice. A ação ON subiu 0,65% e a PN avançou 0,96%, apoiadas pela alta dos contratos futuros do petróleo, que fecharam com ganhos superiores a 3% em Londres e Nova York.
Entre as maiores altas do dia destacaram-se Prio (+2%), B3 (+1,03%) e WEG (+0,97%). Já entre as quedas, ficaram Metalúrgica Gerdau (5,13%), Usiminas (-4,88%) e Suzano (-4,64%).
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