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Ata do Copom reforça corte de juros em março, mas despista sobre magnitude

Redação Por Redação
03/fev/2026
Em Mercados, Notícias
Imagem: Raphael Ribeiro/Banco Central

Imagem: Raphael Ribeiro/Banco Central

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A ata da reunião de janeiro do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira (3), confirmou que o Banco Central pretende iniciar o ciclo de cortes da taxa Selic na próxima reunião, marcada para os dias 17 e 18 de março, mas despistou quanto ao ritmo e duração do ciclo.

No documento, o Copom reiterou que manterá “a restrição adequada” da política monetária para assegurar a convergência da inflação à meta. O comitê afirmou que o compromisso com a estabilidade de preços exige serenidade para definir o tamanho dos cortes, que dependerão de fatores que aumentem a confiança no atingimento da meta de inflação no horizonte relevante.

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Na última semana, o Banco Central decidiu manter a Selic em 15% ao ano, pela quinta vez consecutiva. Segundo a ata, essa decisão segue compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta, ao mesmo tempo em que contribui para suavizar as flutuações da atividade econômica e favorecer o pleno emprego.

O colegiado destacou que a sinalização do início do ciclo de cortes é compatível com a melhora do cenário inflacionário corrente e com expectativas menos distantes da meta. Ainda assim, reforçou que os juros devem permanecer em níveis restritivos até que se consolide o processo de desinflação e a ancoragem das expectativas.

Inflação e cenário de referência

O Copom repetiu as projeções de inflação já divulgadas no comunicado da decisão. Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o colegiado estima alta de 3,4% em 2026 e de 3,2% no terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante da política monetária. Ambas as estimativas seguem acima do centro da meta, de 3%.

Para os preços livres, a projeção é de altas de 3,5% em 2026 e 3,1% em 2027. Já os preços administrados devem subir 3% e 3,3%, respectivamente.

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As estimativas consideram o cenário de referência, com trajetória de juros do Boletim Focus, câmbio inicial em R$ 5,35 evoluindo pela paridade do poder de compra e preços do petróleo acompanhando a curva futura no curto prazo.

Ata do Copom cita fiscal, mercado de trabalho e atividade

O Copom voltou a enfatizar a necessidade de coordenação entre política fiscal e monetária. A ata alertou que o enfraquecimento da disciplina fiscal, o aumento do crédito direcionado e as incertezas sobre a trajetória da dívida pública podem elevar a taxa de juros neutra da economia, reduzindo a eficácia da política monetária.

No mercado de trabalho, o comitê observou que a taxa de desemprego segue em níveis historicamente baixos, enquanto os rendimentos reais continuam crescendo acima da produtividade, o que exige acompanhamento atento dos impactos sobre a inflação.

Sobre a atividade econômica, o Banco Central avaliou que o crescimento segue em moderação, conforme esperado, mas com trajetórias heterogêneas entre setores. Mercados mais sensíveis às condições financeiras mostram desaceleração mais clara, enquanto segmentos ligados à renda permanecem resilientes.

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Mercado vê ata coerente com comunicado

Para o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez, o tom da ata confirma um Copom ainda bastante conservador. Segundo ele, as repetidas menções a “sinais mistos” e à necessidade de cautela indicam que o colegiado tende a iniciar o ciclo com um movimento mais gradual.

Na visão da Ativa, o cenário-base segue sendo um corte de 0,25 ponto porcentual em março. O banco Daycoval também aposta em um corte dessa magnitude, mas não descarta um início de ciclo mais intenso, a depender dos próximos dados. Na avaliação de Julio Barros, economista do Daycoval, a ata não altera o diagnóstico central do mercado.

Já o economista-chefe da G5 Partners, Luis Otávio de Sousa Leal, avalia que a ata foi mais focada em explicar por que o Banco Central passou a admitir cortes do que em antecipar o tamanho da redução.

Para ele, as apostas seguem em aberto, embora sua preferência seja por um corte inicial de 0,50 ponto porcentual, caso a desaceleração da inflação corrente e das expectativas continue.

A economista-chefe do Inter, Rafaela Vitória, também interpreta o documento como compatível com o início da flexibilização monetária, mas ressalta que o ambiente ainda exige prudência. O Inter também projeta um primeiro corte de 0,50 ponto, mantido ao longo do ciclo, com Selic encerrando o ano em 12,50%.

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