O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira (10) em alta de 1,12%, aos 197.323,87 pontos, e renovou seu recorde de fechamento pela terceira sessão seguida. Durante a sessão, o índice também renovou sua máxima intradiária (197.553,64 pontos).
A valorização foi sustentada pelo fluxo de capital estrangeiro e pela valorização de ações de grande peso, e ocorreu mesmo com o avanço da curva de juros futuros (DI), que foi influenciado pela inflação (IPCA) acima do esperado.
Na semana, a Bolsa acumulou alta de 4,93% — melhor desempenho semanal desde janeiro. Em 2026, a valorização chega a 22,47%.
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Bolsa pode se aproximar dos 200 mil pontos
Analistas avaliam que o Ibovespa já se aproxima do patamar de 200 mil pontos, inicialmente projetado para o fim de 2026. O desempenho recente é atribuído à combinação de fatores como:
- Redução do risco global;
- Entrada de capital estrangeiro;
- Valorização do real;
- Queda do petróleo.
Apesar do cenário mais favorável, o mercado segue atento às negociações entre Estados Unidos e Irã e à situação no Estreito de Ormuz.
Destaques do Ibovespa
No setor financeiro, os papéis tiveram ganhos mais moderados, com destaque para Bradesco (PN), que subiu 0,74%. Já a Vale subiu 1,06%, enquanto a Petrobras (ON) avançou 2,49% e (PN) 2,36%.
Entre as maiores altas do dia ficaram Hapvida (+13,05%), Engie (+4,64%) e Prio (+3,36%). Já entre as quedas, ficaram Azzas (-10,88%), Usiminas (-6,12%) e CSN (-5,45%).
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