As bolsas dos Estados Unidos fecharam esta terça-feira (14) em alta. O movimento foi influenciado por sinais de continuidade nas negociações entre o país e o Irã, além de dados de inflação ao produtor abaixo do esperado.
O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 0,5% de fevereiro para março, abaixo das expectativas do mercado, que apostava em alta de 1,1%.
Além disso, o VIX, conhecido como “índice do medo”, recuou para níveis próximos aos observados antes de tensões geopolíticas recentes, sinalizando menor percepção de risco. Como resposta, o S&P 500 ficou próximo de seu recorde, enquanto o Nasdaq chegou ao décimo avanço consecutivo.
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Confira o desempenho dos índices de Nova York:
- Dow Jones subiu 0,66% (48.535,99 pontos);
- S&P 500 avançou 1,18% (6.967,38 pontos);
- Nasdaq teve alta de 1,96% (23.639,08 pontos).
Negociações entre EUA e Irã
Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, há expectativa de continuidade nas negociações no Oriente Médio, possivelmente nos próximos dias. O avanço nas tratativas, ainda que sem definição concreta, contribuiu para reduzir incertezas e apoiar os mercados.
Movimentações no mercado de ações
As ações de bancos apresentaram desempenhos mistos após a divulgação de resultados trimestrais. O JPMorgan Chase recuou 0,82%, apesar de reportar lucro e receita acima das expectativas. Já o Citigroup avançou 2,6%, impulsionado por resultados superiores ao esperado.
A BlackRock registrou alta de 3%, após divulgar crescimento de 46% no lucro trimestral em relação ao mesmo período do ano anterior. Em sentido oposto, o Wells Fargo caiu 5,7%, refletindo frustração do mercado com seus números.
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Fora do setor financeiro, a Johnson & Johnson subiu 1,1% após divulgar resultados acima do esperado. A Globalstar avançou 9,6%, após acordo com a Amazon, cujas ações subiram 3,8%, envolvendo a operadora de satélites.
No setor aéreo, American Airlines e United Airlines registraram altas de 8% e 2%, respectivamente. O movimento ocorreu após notícias sobre uma possível proposta de fusão entre as companhias, segundo fontes citadas pela imprensa internacional.











