O bitcoin (BTC) inicia a semana atento à situação envolvendo o Estreito de Ormuz, que foi reaberto pelo Irã na última sexta-feira (17) e contribuiu com otimismo no mercado. Entretanto, sinais de instabilidade voltaram após novas restrições e um novo fechamento no fim de semana.
Além da guerra, a agenda econômica dos Estados Unidos também influencia o mercado. Os índices PMI, que medem o nível de atividade econômica, e os pedidos de seguro-desemprego devem calibrar as expectativas sobre juros.
Segundo a análise de Alan dos Santos, especialista da PhiCube, a criptomoeda rompeu os US$ 74 mil, que agora funciona como suporte. Se esse suporte for mantido, o ativo pode avançar novamente em direção à região dos US$ 80 mil. Já a perda do suporte pode indicar enfraquecimento da tendência, abrindo espaço para correções em direção aos US$ 70,7 mil — em um cenário mais amplo, até US$ 66 mil.
- Está com dúvidas sobre suas finanças? Fale agora com a Clara, a assistente virtual do Monitor do Mercado. Iniciar conversa
No novo episódio do Radar Cripto, Santos analisa o gráfico do bitcoin e explica os prováveis cenários para a semana. Ele também olha altcoins (criptomoedas alternativas) que merecem atenção. Confira:
Moedas alternativas
Entre as altcoins, o Ethereum (ETH) encontra dificuldade para superar a região dos US$ 2.400. Se conseguir se firmar novamente acima dessa faixa e superar os US$ 2.450, o ativo pode ganhar força para buscar níveis próximos a US$ 2.600.
Caso contrário, a incapacidade de sustentar esses níveis pode levar a um movimento de correção, com possíveis testes nas regiões de US$ 2.250 e US$ 2.180.
O XRP rompeu uma faixa lateral entre US$ 1,37 e US$ 1,40 e passou a testar essa região como suporte. Para o especialista, uma manutenção acima dessa faixa pode levar o ativo a superar US$ 1,44 e pode abrir espaço para continuidade da alta em direção à região entre US$ 1,55 e US$ 1,65.
- A informação que os grandes investidores usam – no seu WhatsApp! Entre agora e receba análises, notícias e recomendações.
Já a Solana permanece em um movimento de consolidação, oscilando dentro de uma faixa de preços sem definição clara de tendência. O ativo encontra suporte próximo a US$ 77 e resistência entre US$ 89 e US$ 97.











