Os sites de economia e investimentos ainda são o principal destino dos brasileiros que buscam conteúdos sobre finanças na internet, mesmo com o crescimento de redes sociais como Instagram e TikTok, mostra levantamento da Locaweb.
A vantagem mais citada pelos entrevistados foi o aprofundamento, com 68% afirmando utilizar páginas e blogs para obter informações mais detalhadas, seguido pela credibilidade das informações (61,8%) e organização do conteúdo (51,2%).
Para Lívia Lampert, Head de Growth da Locaweb, “as redes sociais cumprem um papel de descoberta e entretenimento rápido, mas, quando se trata de buscar informações de qualidade, tomar decisões ou aprender algo, o movimento mais comum é recorrer aos sites”.
O movimento ocorre em um cenário importante: o segmento de finanças e investimentos está entre os mais buscados por 42,6% dos usuários em 2026.
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Mercado de influenciadores de finanças
A pesquisa foi divulgada em meio a uma crescente no mercado de influenciadores de finanças (finfluencers), que atingiu um novo recorde, superando 1,18 bilhão de interações totais no primeiro semestre de 2025, uma alta de 11% em relação ao relatório anterior.
O volume registrado na nona edição do “Finfluence — Quem fala de investimentos nas redes sociais”, produzido pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), é o maior da história.
Apesar do aumento no volume total de interações e do avanço para 803 influenciadores monitorados, o engajamento médio por publicação nas redes sociais recuou 8,3% à época, indicando que o público está se tornando mais seletivo em seu consumo.
Relatório da ANBIMA confirma dados
O Raio-X do Investidor Brasileiro, relatório anual da própria Anbima, confirma este dado. O número de pessoas que se informam por site de notícias é quase o dobro dos que acompanham fininfluencers. Confira:












