Após três sessões de queda, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, voltou a subir e encerrou esta quarta-feira (20) em alta de 1,77%, aos 177.355,73 pontos. Foi o maior avanço diário desde 8 de abril.
O movimento foi impulsionado pela redução das tensões no Oriente Médio, pela queda dos preços do petróleo e pela liberação parcial do fluxo no Estreito de Ormuz, fatores que melhoraram o apetite por risco no mercado.
Durante a sessão, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que está nos “estágios finais” de negociação com o Irã. O líder declarou que espera um acordo, mas voltou a ameaçar Teerã caso as negociações fracassem.
Com o resultado, a Bolsa passou a acumular leve alta de 0,04% na semana. No mês, ainda recua 5,32%. Em 2026, o avanço acumulado chega a 10,07%.
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Destaques do Ibovespa
Mesmo com a alta do Ibovespa, as ações da Petrobras (ON -3,85% e PN -3,23%) fecharam em queda, acompanhando o recuo do petróleo no mercado internacional. Os contratos futuros do Brent e do WTI chegaram a cair quase 6%.
No restante do mercado, o desempenho foi positivo. A Vale avançou 1,21%, enquanto os “bancões” tiveram ganhos de até 2,70%, caso das ações preferenciais do Bradesco.
Entre as maiores altas do dia ficaram CSN Mineração (+10,29%), Cury (+8,53%) e Lojas Renner (+7,77%). Já entre as quedas, ficaram Petrobras (ON -3,85% e PN -3,23%), SLC Agrícola (-1,61%) e PRIO (-3%) — únicas três empresas no vermelho.
Acompanhe o gráfico Ibovespa (em tempo real):











