O dólar fechou esta quinta-feira (28) em queda de 0,57% frente ao real, a R$ 5,03, acompanhando a redução das tensões entre Estados Unidos e Irã e à divulgação da inflação norte-americana, que veio abaixo das expectativas do mercado.
A moeda brasileira apresentou valorização superior à de outras moedas latino-americanas, recuperando parte das perdas recentes ligadas ao aumento das incertezas políticas domésticas.
Além da melhora no cenário externo, a moeda brasileira também foi favorecida pela manutenção dos preços do petróleo em níveis elevados. O petróleo mais caro melhora os chamados “termos de troca” do Brasil, indicador que mede a relação entre os preços de exportação e importação do país.
O contrato do petróleo Brent para agosto fechou em alta de 0,49%, a US$ 92,70 por barril.
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Mercado ainda vê risco de alta de juros nos EUA
A ferramenta FedWatch, do CME Group, mostra que investidores seguem divididos entre dezembro deste ano e janeiro de 2027 como período mais provável para uma nova alta de juros nos Estados Unidos.
Ao longo do dia, dirigentes do Fed reforçaram o discurso de cautela. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, afirmou que a política monetária está “um pouco restritiva” e adequada para enfrentar pressões inflacionárias relacionadas à energia.
Já o presidente do Fed de St. Louis, Alberto Musalem, disse que a possibilidade de uma nova alta de juros “é maior do que zero”.
Dólar recua no exterior
O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, recuava cerca de 0,20% no fim da tarde, perto dos 99 pontos.











