Após romper abaixo dos US$ 74 mil, o bitcoin (BTC) acelerou suas quedas diante das incertezas envolvendo o conflito no Oriente Médio. Inicialmente, o mercado monitorava os US$ 66 mil, mas o ativo ultrapassou essa área e recuou até US$ 60 mil — fundo observado em fevereiro.
Segundo Alan dos Santos, analista da PhiCube, a manutenção da criptomoeda acima dos US$ 60 mil é considerada importante para preservar um cenário de consolidação entre US$ 60 mil e US$ 80 mil. Mesmo com a recuperação observada nesta segunda-feira (8), a avaliação do especialista é que ainda é cedo para confirmar uma retomada consistente da tendência de alta.
Além do cenário geopolítico, os investidores acompanham nesta semana dois indicadores importantes de inflação nos Estados Unidos. O primeiro é o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) e o segundo é o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês).
No novo episódio do Radar Cripto, Santos analisa o gráfico do bitcoin e explica os prováveis cenários para a semana. Ele também olha altcoins (criptomoedas alternativas) que merecem atenção. Confira:
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Moedas alternativas
Entre as altcoins, o Ethereum (ETH) perdeu suportes próximos de US$ 1.950 e US$ 1.750, mantendo uma estrutura gráfica de baixa. O próximo alvo observado pelo mercado está na região de US$ 1.400, nível que corresponde a fundos registrados em abril do ano passado.
A Solana (SOL) também rompeu suportes importantes e voltou a testar mínimas anteriores. A leitura predominante é de continuidade da pressão vendedora, com investidores aguardando sinais mais claros de estabilização antes de novas posições.
Já o XRP apresentou comportamento relativamente mais resiliente. O ativo chegou a romper momentaneamente a região de US$ 1,05, mas recuperou o nível em seguida. Ainda assim, o mercado segue acompanhando possíveis novos testes desse suporte.











