O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, fechou esta sexta-feira (11) em alta de 2,97%, aos 177.866,37 pontos — maior fechamento desde 14 de maio. O volume financeiro negociado na sessão somou R$ 25 bilhões. Em julho, o índice sobe 3,40%. No ano, o avanço é de 10,39%.
A valorização foi impulsionada principalmente pela divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho, que registrou alta de 0,16% em junho e veio abaixo das expectativas do mercado, reforçando as apostas de continuidade do ciclo de cortes da taxa Selic.
Outro fator que ajudou o mercado foi a redução das preocupações com o fornecimento de petróleo. Apesar de declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, indicando o fim do cessar-fogo com o Irã, os contratos futuros do petróleo recuaram na sessão.
O Brent para setembro caiu 0,38%, encerrando cotado a US$ 76,01 por barril. Na semana, porém, a commodity acumulou alta de 5,39%.
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Investidores avaliam a escalada das tensões como temporária. O Estreito de Ormuz continua operando, ainda que com fluxo reduzido de embarcações.
Destaques do Ibovespa
As ações da Petrobras (ON +1,52% e PN +1,12%) acompanharam o movimento positivo da Bolsa e avançaram mesmo com a queda do petróleo. A Vale ganhou 1,41%, desempenho superior ao avanço de 0,87% do minério de ferro no mercado internacional.
BTG Pactual avançou 5,48%, seguido pelo Santander, que subiu 5,22% e renovou máxima a R$ 27,62. Também se destacaram Bradesco (+4,78%), Itaú (+4,02%) e Banco do Brasil (+2,90%).
Entre as maiores altas do dia ficaram CSN Mineração (+8,28%), Auren Energia (+8,22%) e CSN (+7,92%). Entre os 79 papéis que compõem o índice, apenas a Prio fechou em queda, com recuo de 0,29%.
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