O dólar fechou esta segunda-feira (20) em queda de 0,42% frente ao real, a R$ 5,09. A moeda norte-americana foi pressionada principalmente pela redução da aversão ao risco após sinais de possível redução das tensões entre Estados Unidos e Irã.
Apesar de o presidente dos EUA, Donald Trump, voltar a elevar o tom contra Teerã, prevaleceu a avaliação de que ainda há espaço para negociações diplomáticas.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, afirmou que mediadores seguem atuando para evitar uma escalada do conflito, reforçando a percepção de que novas negociações permanecem possíveis.
Outro fator que contribuiu para a valorização do real foi a alta do petróleo. O contrato do Brent para setembro avançou 1,27%, para US$ 89,22 por barril.
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Com o resultado da sessão, a moeda americana acumula queda de 1,42% em julho e desvalorização de 7,28% em 2026.
Balança comercial também favorece o câmbio
O desempenho da balança comercial favoreceu o câmbio. Na terceira semana de julho, o Brasil registrou superávit comercial de US$ 526,3 milhões. O saldo positivo ocorre quando as exportações superam as importações.
No acumulado do mês, as exportações cresceram 6,7% em relação ao mesmo período de 2025, impulsionadas principalmente pela indústria extrativa.
Dólar sobe no exterior
Enquanto isso, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, avançou 0,18%, indicando que a fraqueza da moeda americana ficou concentrada principalmente em relação às divisas de países emergentes.











