O dólar fechou esta segunda-feira (14) em alta de 0,44%, a R$ 5,15. Investidores monitoraram as negociações envolvendo os conflitos que afetam a oferta do petróleo e as expectativas para a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed).
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã estaria disposto a negociar um acordo e que os dois países teriam concordado em suspender ataques contra estruturas de energia. O Brent para novembro fechou a US$ 105,68 por barril, alta de 1,02%.
Mesmo com a alta desta sessão, o dólar cai 0,62% em setembro. Parte da valorização do real neste mês está relacionada às expectativas sobre as eleições.
Pesquisa Quaest divulgada hoje mostrou Flávio Bolsonaro com 42% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno, contra 40% de Luiz Inácio Lula da Silva. Na pesquisa da semana anterior, os dois apareciam empatados em 41%.
Na sexta-feira (11), levantamento Datafolha mostrou Lula com 46% e Flávio com 44%, dentro de um quadro de empate técnico.
Fed e Copom entram no radar
O mercado espera que o Fed reduza os juros americanos em 0,25 ponto percentual (p.p.) na reunião desta semana. No Brasil, a expectativa é de um novo corte de 0,25 p.p. na taxa básica de juros (Selic), que levaria a taxa para 13,75% ao ano.
Bank of America e HSBC revisaram suas projeções para a Selic no fim do ano e passaram a considerar a continuidade do ciclo de cortes nos próximos meses.
Dólar também acompanha mercado internacional
O DXY, índice que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de seis moedas fortes, chegou a 99,736 pontos pela manhã. Por volta das 17h, estava em 99,500 pontos, alta de 0,39%.
O indicador chegou a subir 5% pela primeira vez desde 2023 durante a manhã. No fim da tarde, os juros dos Treasuries de dez anos estavam em 4,98%.











